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Imagem meramente ilustrativa
O país está cada vez mais atraente para investimentos e cada vez menos seguro para uma pessoa andar nas ruas.
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Isto não é recente, mas muitas pessoas nem sabem que existe. Trata-se de mais um exemplo da inversão totalitária do Governo Federal.
Auxílio-reclusão
O auxílio-reclusão é um benefício devido aos dependentes do segurado recolhido à prisão, durante o período em que estiver preso sob regime fechado ou semi-aberto. (link)
Eu vou me divertir muito se aparecer alguém aqui defendendo essa palhaçada.
Sabe qual o auxílio que recebe a família da vítima? Nenhum. Aos criminosos, a ajuda do governo e o dinheiro das vítimas.

Lei da coxinha.
Lei da fachada.
Lei do cigarro.
Lei da banana.
Está faltando assunto sério para os representantes do povo? Estava.
Algumas palavras sobre a imagem do post anterior. Ou sobre como o design e a iconografia são usados como ferramentas totalitárias.
A imagem que tomou conta do Estado de São Paulo não é o símbolo de uma simples proibição. Não é uma iniciativa dos estabelecimentos, dos não-fumantes ou dos médicos paulistas. É uma iniciativa do Estado. Logo, era fundamental transmitir essa mensagem.

– O socialismo é inerentemente mau. O capitalismo, não.
– O ateísmo militante é inerentemente mau e burro. A Igreja Católica, não.
– Todo defensor da consciência racial é racista. Óbvio.
– Não há a menor possibilidade de ser anti-tabagista de um lado e defensor da liberação da maconha de outro. Óbvio.
– A imprensa brasileira não presta. Papel, imprensa, rádio, internet — nada escapa.
– A TV brasileira é degradante. As exceções são tão óbvias e raras que a regra salta ainda mais aos olhos.
– A política brasileira é o ópio do povo. Quem está sujo de lama não nota os respingos que vêm de Brasília.
– Não existe alta cultura no Brasil. Isto depende da existência de pessoas imunes à cultura de massa em número suficiente para ter alguma expressão nos meios de comunicação.
– Num país com 40 mil 50 mil homicídios por ano e recordes de burrice nos indicadores educacionais, não resta dúvida: o pior do Brasil é o brasileiro.
– Na obra de Olavo de Carvalho — livros, estudos, apostilas, cursos e seminários — reside direta ou indiretamente toda esperança de que um dia este país seja um lugar decente. É irônico e compreensível que o filósofo não viva no Brasil.
Organize os itens acima, compreenda-os à luz de seus próprios hábitos (inclusive intelectuais) e relacione-os uns com os outros. Em seguida mexa seu traseiro e faça algo. Se a única coisa que você pode fazer é escrever ao seu vereador ou ao jornalzinho do seu bairro para cobrar inteligência e ética, faça pelo menos isso.
As ações afirmativas, o politicamente correto, a novilíngua, o espírito revolucionário (aquele que se arroga o monopólio do futuro) e o esquerdismo patológico (expressão que é quase um pleonasmo) podem estar acontecendo bem aí ao seu lado. Deixados livres para agir e expandir-se, será mera questão de tempo até que você se torne mais um escravo. Não haverá mais território seguro e livre dessas pragas.

Não se deixe enganar pelos bons samaritanos que hoje se mobilizam em benefício das minorias. Primeiro porque ser minoria não atesta a miséria ou a opressão do indivíduo. Ser minoria significa apenas fazer parte de um grupo númerica e relativamente pequeno. Minoria é panfleto, bandeira e palavra de efeito na boca desses mequetrefes. Não existe miséria onde as pessoas fazem três refeições ao dia e não existe opressão onde qualquer pessoa pode sair à rua para expressar qualquer idéia, por mais idiota ou nula que seja.
Em segundo lugar, porque a mobilização em benefício das minorias acontece em detrimento das pessoas que não fazem parte delas. É justo ajudar pessoas necessitadas, mas não é justo que isso ocorra com prejuízos aos direitos de quem mal sanou as próprias necessidades.
Estas duas razões ajudam a compreender o perigo das ações afirmativas.

– Em países civilizados, «raça» é assunto apenas para médicos veterinários e comentaristas esportivos.
– A eliminação do conceito de raça, principalmente na concessão de benefícios sociais, é a única coisa capaz de impedir o racismo como aquele que atingiu os negros.
– É impossível corrigir «distorções históricas» reafirmando os princípios que os originaram. «Trocar o sinal» do racismo, mantendo a raça como critério para o que quer que seja, não elimina o racismo, apenas o estimula.
Estes três itens são tão óbvios, mas tão óbvios, que não é possível imaginar que os defensores das políticas de cotas raciais os desconheçam ou os ignorem. E se os conhecem — como imagino que os conheçam — podemos deduzir que a perpetuação do racismo e o uso da política de cotas para esse fim são caso pensado.
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Na boa, sem exagero, de verdade mesmo, o Brasil acabou, já era, foi pro vinagre, subiu no telhado — whatever.
No vídeo do link acima, a partir de 6′30″ pode-se ver agentes da Polícia Federal (= Ministério da Justiça) invadindo propriedade sem ordem judicial, sem explicação, sem justificativa — o desrespeito total ao direito elementar de propriedade, a Constituição Federal colocada de pernas para o ar. Repare na atitude dos policiais, forçando a barra para o proprietário desacatá-los.
E agora? Vai chorar pra quem? Pro bispo de Recife?








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