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Algumas fotinhos de celular dos últimos meses. Se estiver a fim, clique para ampliar.

A caminho de Gonçalves, MG
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Nenhuma viagem fica ruim quando se tem guaraná Bejota (Jacutinga é o nome da cidade onde fica a sede das Organizações Bejota) e os serviços de bordo do microônibus cambaleante Cambuí-Gonçalves.

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*
carta antiga

Quando eu era criança, algumas pessoas gostavam de fazer suas próprias cápsulas do tempo. Um jornal do dia, alguns objetos, fotos e outras coisas que pudessem transmitir ao seu eu futuro uma noção de como as coisas eram naquele tempo — tudo era reunido num pacote e enterrado ou guardado no fundo de uma gaveta. Os mais modestos faziam cápsulas para serem abertas 10 anos mais tarde. Outros as faziam pensando nas próximas gerações.

Os tempos mudaram e uma parte importante da vida de uma pessoa acontece na internet, à frente de um computador. Não ouço mais ninguém falar em cápsulas do tempo, mas novos recursos estão à disposição daqueles que quiserem se aventurar. Existem na internet diversos serviços desse tipo; destaco dois que não são específicos para esse fim mas que servem bem para enviar ao futuro informações sobre o passado.

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aedes aegypti elias

Em algum lugar da Grande São Paulo, um outdoor no mínimo original. Eu acredito no poder de Nosso Senhor Jesus Cristo, mas alguns cristãos vão longe demais…

(meus agradecimentos à minha musa, que teve a idéia do registro)

suv sarcasm

Quero uma camiseta dessa.

Mais camisetas no site CafePress, mas a melhor é essa aí de cima. As outras são exageradamente liberal, pró-Obama, anti-SUVs etc. — aquele tipo de militância que é capaz de enjoar até quem usa camisetas do Che Guevara.

(Visto primeiro em The girl in the green dress)

cebolinha passatempo

Ligação é a palavra portuguesa (lusa) para link. Você escolhe.

Este post é só de links, porque tenho algumas coisas urgentes para concluir e a areia continua descendo impassível pela ampulheta. Problema meu.

Calvin, Haroldo e a tábua de Ouija. Não podia ser diferente…

Levni Yilmaz ensina a terminar um relacionamento (YouTube). Animação tosca, mas verdadeira.

Os melhores momentos de Sensei Shioda (ever), mostrando por que é tão divertido treinar Aikido (YouTube).

PQP Bach e o fim da alta fidelidade, em artigo de Robert Levine. E você ainda acha que seu iPod é grande coisa?

Sylvester Stallone num filme de Woody Allen?

Como transformar um país num livre mercado em 30 dias, por Llew Rockwell. Eu tropeçaria de alegria se visse o Brasil adotando um (unzinho que fosse) destes 30 itens. E se você é daqueles que pensou «Livre mercado?!? Fala sério…», você merece algo como Cuba, Coréia do Norte ou Venezuela. Pense em emigrar.

Artigo de Albert Jay Nock, escrito em 1936, sobre o profeta Isaías e a questão das massas (o povo, o populacho, a gentalha, a turba). Um trecho: «Se você é um educador, digamos que no comando de uma faculdade, quer acumular o máximo de alunos possível, e faz os cortes necessários nos requisitos mínimos. Se um escritor, deseja conseguir muitos leitores; se um editor, muitos compradores; se um filósofo, muitos discípulos; se um reformador, muitos convertidos; se um músico, muitos ouvintes; e assim por diante. Mas como podemos observar por todos os lados, na realização destes vários desejos, a mensagem profética é tão pesadamente adulterada com trivialidades em todos os níveis, que seu efeito sobre as massas é simplesmente fortalecê-las em seus pecados.» (meus agradecimentos à leitora Rosângela pela dica valiosa)

Original da imagem aqui.

Esqueça as religiões, as tradições, as mitologias. Não acredite nas experiências de quase-morte, nos relatos de pessoas que ficaram em coma ou que «viram uma luz». A resposta está aqui:

dona-morte
Clica para ampliar

Está tudo aí: transcendência e imanência, realismo e surrealismo, medo e júbilo. Tudo. Não se atreva a ter dúvidas depois disso.

japan

O neozelandês Josh Parsons resolveu avaliar o design das bandeiras das nações e dar notas a elas. A lista é bem curiosa, assim como os critérios que Parsons usou.

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Numa escala de notas de 0 a 100, a do Brasil ficou com 35 pontos, o que equivale a um D-. Na minha opinião, a bandeira brasileira merecia menos pelo simples descumprimento do que está escrito nela.

(Link via Alto Volta)

ratatouille

A atitude do chef é digna. A do cliente não é. Este obtém satisfação com coisas efêmeras, como a comida e a bebida — e também com a idéia que faz dessas coisas e do próprio consumo da ourivesaria culinária. Aquele obtém satisfação no ofício e na elevação desse ofício à condição de arte.

Ainda que às vezes o cliente busque perspectiva e o chef busque fama e dinheiro, a gastronomia continua sendo um paradoxo. E é por isso que faz tanto sucesso.

Essa eu tenho que repassar:

capitão nascimento

tropa de elite

Primeiramente, meus agradecimentos a quem acompanha este site mesmo quando eu próprio não estou aqui.

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Vi Tropa de Elite. No cinema. Não era o filme ideal para celebrar mais um aniversário de namoro, mas felizmente minha mulher também gostou do que viu.

A tese central do filme, como já disseram por aí (o link me escapa), é a idéia de que quem consome drogas financia o tráfico — e toda a porcariada que vem de série.

Eu destacaria uma outra tese, não menos importante, que me ocorre quando lembro de Cidade de Deus (a comparação deve proceder por uma série de razões, cinematográficas ou não): o estado em que se encontram o Rio de Janeiro em particular e o Brasil em geral tem solução. Se em Cidade de Deus as causas eram distantes e complexas demais e o presente era mera repetição, em Tropa de Elite não há complexidade, tampouco distância: as coisas acontecem aqui e agora e não há dúvidas ou ambigüidades. O que se quis dizer com “choque de realidade” — clichê que não ajuda em nada — é que o filme não se enche de dedos ao fazer referência ao que de fato acontece (v. jornais, v. a rua lá fora).

E por isso, sinceramente, espero que Tropa de Elite seja um começo.

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Atendendo à corrente proposta pela Anna e pelo Diogo:

1ª) Pegar um livro próximo (PRÓXIMO, não procure);
For Esmé – with Love and Squalor. Havia meses que estava na mesa, coberto por notinhas do tipo post-it. Ainda não o li inteiramente. Leio devagar pacas em inglês e ainda não lido bem com o remorso de adiar as leituras do mestrado.

2ª) Abrir na página 161;
Feito.

3ª) Procurar a 5ª frase completa;
Quase lá.

4ª) Postar essa frase em seu blog;
Eis: “Ridgefield and Miss Kramer did many things to me, but they didn’t come at all close to amusing me.”

5ª) Não escolher a melhor frase nem o melhor livro;
Certamente não é a melhor frase do livro.

6ª) Repassar para outros 5 blogs.
Eu ainda não saquei o ponto (encontrei duas ou três explicações que parecem fazer algum sentido), mas passo a bola para o Saboya, a Maya, o Glauber, o Raphael e o Gilvan.

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