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Não é novidade que a maioria das pessoas viva com a esperança de chegar à velhice, com saúde perfeita e boas lembranças — três coisas que só frutificam em indivíduos cujas vidas foram feitas diariamente, com paciência e disciplina — e ao mesmo tempo felicite-se com tanta euforia diante de momentos maravilhosos. Por exemplo, se parte da energia dispendida numa cerimônia de casamento fosse direcionada para os anos (meses?) de união, certamente haveria menos divórcios. A euforia com relação ao casamento, definitivamente, não condiz com as pretensões que todo casal recém-casado possui de chegar às bodas de ouro.

No trabalho, como no casamento, o mesmo ocorre: uma promoção e o status profissional chegam a ser mais desejados do que uma carreira estável, rentável e frutífera — embora a maioria dos idosos prefira encontrar esta àquelas em seus àlbuns de fotografias.

Alguém se arrisca a explicar as razões desse paradoxo?

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