África: pobre porém limpinha

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A Holanda produziu Espinosa. A Áustria tem Mozart e Strauss. A Alemanha, Schopenhauer, Hermann Hesse, Bach, Buxtehude e Telemann. A Inglaterra, Händel e Shakespeare. A Espanha tem Cervantes, Baltazar Gracián, Picasso e Gaudi. Portugal nos ofereceu Camões, Fernando Pessoa e Álvaro Siza. A Grécia trouxe Sócrates, Aristóteles, Homero, Pitágoras, Fídias. A Itália tem Dante Alighieri, Da Vinci, Vivaldi, Paganini, Scarlatti, Albinoni. A França tem Montaigne, Debussy, Pascal, Rodin. Os EUA produziram Thoreau, Emerson e Gershwin. O Japão, Morihei Ueshiba, Daisetsu Suzuki e os caminhos espirituais (a fusão entre praxis e espiritualidade). A China, Confúcio, Lao Tsé, as artes marciais e o zen (ch’an). A Índia produziu Gandhi, Tagore, Buda e o Yoga. O Oriente Médio nos trouxe Jesus, Maomé, Ibn-Arabi, o sufismo.

Diante disso, uma pergunta aos defensores da cultura afro: o que produziu a África? Quem responder capoeira, candomblé, samba e Nelson Mandela leva um sorvete na testa e um pontapé.

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