Ritos tibetanos

Reli recentemente o livro “A Fonte da Juventude”, de Peter Kelder. É um livro estranho. O autor conta a história de um certo Coronel Bradford, que teria vivido no Tibet no início do século XX e lá teria descoberto o segredo da Fonte da Juventude. Este segredo seriam os cinco exercícios tibetanos — ou ritos tibetanos, tais como praticados pelos lamas para melhorar a saúde e desenvolver a força física.

Os exercícios são simples. Embora sua origem seja desconhecida, percebe-se que eles são adaptações dos asanas do Hatha Yoga. De um modo geral, cada rito consiste num movimento que alterna dois asanas do Yoga, como explicarei a seguir.

Há muita discussão e controvérsia a respeito dos efeitos dos ritos tibetanos sobre a saúde. Como a maioria das tradições e práticas que vêm do Oriente, não há comprovação científica sobre os efeitos dos ritos; não se sabe exatamente até onde os ritos podem de fato retardar o envelhecimento ou fazê-lo retroceder, a despeito do que afirma o livro de Kelder. Há, no entanto, algumas evidências de que seus efeitos são positivos e que a prática diária traz muitos benefícios ao praticante.

Todos os ritos agem diretamente sobre a linha central do corpo, onde se concentram todos os orgãos e glândulas fundamentais para a saúde. Ao exercitá-los, fazemos com que funcionem melhor.

Em condições normais, nos movimentos que executamos no dia-a-dia e mesmo em exercícios usuais (na prática de esportes, em academias de ginástica), estes orgãos e glândulas não são estimulados. A maioria dos exercícios ocidentais age sobre músculos localizados, sobretudo nos braços e nas pernas. Os objetivos dos exercícios ocidentais são o desenvolvimento da força e o melhoramento estético; benefícios à saúde são conseqüência da prática desses exercícios, não sua razão de ser. Sabemos que há casos em que esses exercícios podem causar danos ao corpo.

Os ritos são para os orgãos e glândulas algo parecido com o que os exercícios ocidentais são para braços e pernas. Flexões e alongamentos ampliam a flexibilidade e a mobilidade de braços e pernas da mesma forma que os ritos tibetanos estimulam o bom funcionamento do aparelho digestivo e respiratório, por exemplo.

Kelder recorre à teoria dos chakras para explicar os efeitos dos ritos. Chakras são os centros de energia do corpo. A saúde física e mental está relacionada à saúde dos chakras. Mestres de diversas tradições orientais falam dos chakras e da energia vital (chi, ki ou prana) como as bases da saúde. Alguns vão além, dizendo que toda a saúde depende desse binômio. Segundo eles, se os chakras estão funcionando corretamente, a energia vital flui pelo corpo e o indivíduo tem saúde plena, independentemente de seus hábitos.

Embora seja interessante conhecer a teoria dos chakras, ela não é fundamental para a prática dos ritos tibetanos. O mais importante ao praticar os ritos é a realização correta dos movimentos, a respiração, a atenção e a disciplina. A realização correta dos movimentos proporciona os benefícios associados aos ritos. A respiração permite conforto e bem-estar durante a prática, além de beneficiar a circulação de sangue e energia pelo corpo. A atenção amplia a consciência corporal, ajudando-nos a corrigir eventuais erros e a perceber os benefícios e modificações proporcionadas pela prática. A disciplina mantém o praticante no caminho certo.

“A Fonte da Juventude” traz como posfácio depoimentos de alguns praticantes. Há relatos de curas milagrosas, rejuvenescimento, melhorias em doenças crônicas, raciocínio e memória. Como sou relativamente jovem e, confesso, como não pratiquei os ritos diariamente por um período significativo, esses benefícios não foram percebidos, se existiram. O que pude perceber é que a prática dos ritos aumenta consideravelmente a disposição física. Há uma nítida sensação de leveza e o corpo torna-se mais flexível, o que melhora toda a mobilidade.

O primeiro rito consiste em girar em torno do próprio centro. Conforme explica Kelder, o primeiro rito ativa o funcionamento dos chakras.

O segundo rito é uma espécie de exercício abdominal. Pernas são alongadas, o pescoço é massageado e o abdômen é reforçado. Ao contrário dos exercícios abdominais convencionais, no segundo rito todo o corpo é exercitado, o que estimula também o aparelho digestivo e a musculatura que serve de base para a coluna.

O terceiro rito promove a extensão côncava da coluna, sobretudo da região cervical. Sabe-se que diversas tensões acumuladas no corpo manifestam-se no pescoço e quando esta região está tensa, todo o corpo torna-se tenso. O terceiro rito alivia essas tensões e mantém o pescoço flexível e a garganta relaxada. Este exercício tem semelhanças com o Ustrasana, a Posição do Camelo do Hatha Yoga.

O quarto rito, também conhecido como exercício da mesa, reforça a musculatura lombar e exercita braços e pernas. Como no terceiro rito, o pescoço também é exercitado. Ele é uma combinação de posturas semelhantes ao Purvottanasana e ao Dandasana, do Hatha Yoga.

O quinto rito é o que mais se assemelha a posturas do Hatha Yoga. Na verdade trata-se de uma combinação de Urdhva Mukha Svanasana e Adho Mukha Svanasana, que fazem parte da famosa seqüência da Saudação ao Sol (Suryanamascar). Neste rito todo o corpo é estendido, a respiração torna-se mais leve e fluida e braços e pernas são reforçados.

Explicações detalhadas e ilustradas sobre os ritos podem ser encontradas no livro de Peter Kelder, que pode ser baixado na seção de e-books deste saite.

As origens dos ritos são obscuras e controversas. Não se sabe se o Coronel Bradford existiu de fato; ele pode ter sido inventado por Peter Kelder para tornar a história sobre os ritos mais interessante. Pouco se sabe também a respeito de Peter Kelder, que leva uma vida reclusa na California. Alguns itens tornam os ritos não menos controversos:

1) A medicina tibetana reconhece cinco chakras, não sete como afirma Kelder em seu livro.
2) A medicina tibetana não associa, portanto, a saúde à ativação dos sete chakras, mas ao equilíbrio dos cinco elementos (ar, água, terra, fogo, metal).
3) O yoga tibetano nunca incluiu giros.
4) Lamas ensinam que se deve transcender o corpo, incluindo o apego à juventude e preocupações com o peso e a beleza. O mestre tibetano Milarepa ensina que a doença e o envelhecimento são bênçãos para a eliminação do ego e do desejo de permanência.
5) O verdadeiro yoga tibetano é composto de mais de 100 movimentos diversos.
6) O yoga tibetano inclui também diversos exercícios respiratórios, centenas de visualizações complexas e muitas meditações cujo domínio depende de anos de prática sob a supervisão pessoal de um lama.
7) O verdadeiro praticante tibetano sempre revela o nome e a ascendência de seu mestre, revelação esta que normalmente é acompanhada de versos de agradecimento, respeito e dedicação. De forma semelhante, qualquer sistema tibetano possui diversas referências em relação às suas origens e ao mesmo tempo mantém-se sempre resguardado de interpolações e interferências estrangeiras.
8 ) Monges tibetanos não ensinavam práticas secretas ou qualquer outra coisa a não ser lições espirituais menores aos ocidentais, sobretudo no início do século XX.

Estes itens colocam grande dúvida quanto a autenticidade dos ritos e fazem pensar que eles são, na verdade, uma compilação de diversas tradições orientais, somada ao interesse ocidental por panacéias. Não é impossível que Peter Kelder tenha elaborado um sistema próprio, com base em seu próprio conhecimento das tradições orientais, e tenha decidido apresentá-la num livro como “A Fonte da Juventude” para torná-lo mais interessante.

Escolas e professores ocidentais têm de fato apresentado os ritos como uma panacéia. Há diversos “programas” de treinamento, vídeos, livros, apostilas, aulas. Destacam-se, entre os benefícios alardeados, a clareza da memória, melhor desempenho sexual e o rejuvenescimento. O próprio livro de Peter Kelder pode ser incluído neste movimento ocidental que importa tradições orientais, as adapta e divulga para aqueles que estão dispostos a segui-las. Isto não chega a ser um problema, são formas do Ocidente lidar com tradições que não lhe são familiares. O problema é a perda dos fundamentos e das origens das tradições, que pode acarretar na perda da própria tradição e de sua razão de ser.

Outro e-book disponível neste saite — Yoga da Eterna Juventude — faz referência ao livro de Kelder e apresenta uma seqüência de exercícios muito parecida com a dos ritos tibetanos.

Eu, pessoalmente, associo a prática dos ritos a alguns asanas do Hatha Yoga. Como os asanas são estáticos e os ritos são dinâmicos, uso aqueles como uma forma de repouso e concentração. É possível que cada praticante faça suas adaptações, de forma que gradualmente se chegue à prática dos ritos tais como descritos no livro de Kelder e a partir daí faça as adições que quiser. A meditação pode ser um bom complemento aos ritos, uma forma interessante de relaxar o corpo e observar com mais tranqüilidade eventuais alterações físicas e mentais causadas pela prática.

A minha sugestão é: pratique. Experimente os ritos. Você pode associá-los a outras práticas físicas, como o yoga ou as artes marciais, como eu tenho feito há algum tempo. As explicações contidas nos livros podem ajudar a praticar os ritos sem a ajuda de um instrutor. O bom senso e o conforto podem dizer se a prática está sendo feita corretamente, embora a ajuda de um instrutor experiente seja sempre indicada. Nunca é demais lembrar aos mais velhos que procurem orientação médica antes da prática de qualquer tipo de atividade física.

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Além de “A Fonte da Juventude”, há um livro chamado “A Fonte da Juventude – Livro 2”, que é uma compilação de artigos sobre os ritos. Neste livro os ritos são reapresentados e diversas pessoas — inclusive médicos e especialistas em cultura tibetana — analisam vários aspectos relacionados à prática e aos efeitos dos ritos.

O “Livro 2” não torna os ritos menos controversos. Seu principal valor está em ampliar as informações disponíveis a respeito deles e em lançar um olhar mais sério sobre o assunto (porque a história do Coronel Bradford é realmente muito fantasiosa). O “Livro 2” traz exercícios de preparação para os ritos, pois eles podem ser bastante exigentes no começo.

Infelizmente não conheço nenhuma versão eletrônica deste livro, mas a seqüência de exercícios preparatórios para os ritos pode ser encontrada aqui: http://www.mkprojects.com/pf_TibetanRites.htm

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Além de minha experiência pessoal com a prática dos ritos e dos dois livros mencionados neste artigo, utilizei também o verbete dos ritos tibetanos na Wikipedia.

O blog The Five Tibetans conta a experiência de uma instrutora e também pode ser uma boa fonte de informações sobre os ritos tibetanos; nele algumas dúvidas muito freqüentes podem ser esclarecidas. A autora do blog criou um programa de saúde baseado nos ritos e em exercícios respiratórios.

Clique aqui para baixar o livro de Peter Kelder, “A Fonte da Juventude”. Ou vá à seção de e-books para ver este e outros livros.

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146 comentários sobre “Ritos tibetanos

  1. O livro é estranhíssimo, mesmo! Andei praticando os ritos, mas por pura preguiça e alguma falta de tempo acabei por abandoná-los.

    Todos eles trazem uma sensação de conforto quando praticados constantemente. Alguns forçam bastante os músculos, como o 4º. Já o primeiro é sensível uma maior resistência quanto à movimentos bruscos que dão tonturas (acredito que quem navega de vez em qdo e sente-se mal, pode diminuir o mal estar com a prática dele).

    Acho que é o único livro de auto-ajuda que ajuda alguma coisa realmente.

  2. A Fonte da Junventude, livro 2 do mesmo autor, traz o sexto rito, além dos alongamentos preparatórios para os ritos, sendo que alguns destes alongamentos podem ser utilizados em substituição a determinados ritos que a pessoa não consiga fezer e algumas dicas sobre alimentação.
    Lí o primeiro livro, mas gostei muito mais do segundo.
    abraços

  3. Eu li os dois livros: vol I e II. Realmente é impressionante, mas temos que expandir nossas mentes para novos entendimentos. Pratico os ritos diariamente a 3 anos, exceto nas ocasiões em que viajo ou às vezes no domingo, relaxo um pouco. Mas os efeitos são excelentes, minha postura, disposição, circulação, metabolismo e até aparência física, tudo melhorou. Minha resistência para viroses também aumentou. Vivo na região norte onde há fortes incidências de gripes e outras viroses, raramente adoeço, e quando isso acontece, o restabelecimento é rápido. Hoje tenho 40 anos e pretendo praticar os ritos enquanto eu viver ou descobrir coisa melhor. Vale a pena conferir.

    Abraços.

  4. Alo!
    Pratico os 5 ritos a 2 anos e sinto-me super energizada, protegida e meu corpo adquiriu grande flexibilidade e resistencia.
    Gostaria receber mais informações a respeito do sexto rito, pois pretendo iniciar a prática do mesmo.

    muito obrigada
    marlene

  5. Eu venho praticando os ritos desde 2001,é um milagre!
    Já tenho uma certa idade,e tudo melhorou, memória,o corpo parece malhado tudo em cima,nunca mais fiquei doente,nem gripe. Energia a mil faço tudo cuido de vários animais,da minha filha,levanto todos os dias as 4 da manhã com uma disposição impressiomante!
    Durmo agora pouco, meus sentidos todos eu tenho controle!
    A mente parou! Só penso o necessário,uma calma, uma paz completamente ZEN!
    Os meus cabelos começaram a voltar a cor natural!
    A pele lisa sem rugas, que nem uso creme não gasto com nada de artigo de beleza!
    Realmente tudo mudou!
    Faço o rito 6 também!
    E notei uma coisa muito boa que é o meu desenvolvimento espiritual que decolou!
    Comecei a meditar muito, e estou notando que a minha paranormalidade está totalmente aflorada em todos os sentidos, que está me permitindo minha total integração com o meu EU SUPERIOR!
    Faço os ritos rigorosamente todos os dias!
    Só parei uma vez durante 15 dias, por motivo de força maior!
    Mas voltei a fazer começnado com 3 de cada, como o ínicio.
    Falaria aqui muito mais sobre os ritos!
    O que posso dizer que para mim funciona e muito bem, estou encantada!
    E antes dos ritos eu era simplesmente um caos!
    Eu sou Eilzabeth Barcellos muito feliz!
    Sucesso para todos!
    E que posso dizer VALE A PENA TENTAR!

  6. Pratiquei durante umas tres semanas, achei o maior barato,me sentir ótima,apesar de não conseguir fazer o quarto rito, mas nem tudo é perfeito.Gostaria muito de encontrar na minha cidade um grupo que me orientasse melhor e praticasse esses 5 ritos.
    moro na cidade de RESENDE-RJ

  7. Não entendi o texto onde é citado que o livro é “estranho”, o que soa como negativo, para prosseguir de forma que denota aprovação do conteúdo. Sem sombra de dúvidas os ritos (exercícios) só fazem bem, sem o exagero da “malhação” que se faz em academias. É uma coisa muito lógica. Pontos inativos, enfraquecidos, de energia, são ativados e, obviamente, distribuem a energia que aciona o corpo, mente e espírito indolentes. Tirando certos exageros, como consta no “Capítulo Perdido”, que recomenda a repetição de frases para forçar a realização de algo. O poder da mente, dos pensamentos é um fato, mas deve ser natural e não forçado, artificialmente, através do que ele chama de “mantran”.

  8. Eu lí os dois livros indicado por um amigo há dois anos atráz. Confesso que no período que fiz os Ritos tive uma mudança enorme na minha energia. Porém parei e me arrependo pois esse amigo que recomendou o livro para mim está cada vêz mais remoçado, com um corpo escultural e com os habitos alimentares recomendados pelo escritor. Prometí a mim mesma depois de ler esses depoimentos que voltarei a praticá-los sem parar por nada. Tenho 60 anos e estou toda dolorida nas articulações. Voltarei também a dar outro depoimento outro dia. Até breve

  9. Tenho praticado os ritos há 8 meses. Fico reticente com relação ao rito 1 porque quem me passou o livro disse que teríamos que girar no sentido anti-horário, já que estávamos no hemisfério sul ( o livro foi escrito no Norte), isso devido à agua no ralo que gira no sentido anti-horário no h. sul e sentido horário no Norte. Sabe algo à respeito disso?

  10. Pratico os RitosTibtanos desde 22.06.98 e nunca parei. Só obtive resoltados evidentes depois de mais de dois anos de prática. Tomei um bruto susto quando um dia – MAS DEPOIS DE MAIS DE DOIS – me ví respirando totalmente desentupido. Foi realmente impressionante! Tinha terrível e enjoado entupimento nasal, na época não me vacinava como idoso, gastrite, etc e demais males típicos da idade avançada. Tenho hoje quase 70 com cara de cinquentão levado e disputado9. OS RITOS realmente funcionam, mas no meu caso, não se excessão, só depois de dois anos de prática diária sem parar. Depois de muito procrastinar, resolvi ACREDITAR PARA VER E O QUE VEJO HOJE É IMPRESSIONANTE! saUDE DE FERRO, NADA DE GRIPE, NADA DE COLUNA, nada de nada mesmo! Os Ritos Tibetanos cura tudo mesmo! Mas faço vários outros exercícios complementares. Eles são todos sfantásticos! Bingo! Acredite e veja tudo mudar em você!

  11. Pratico os 6 ritos desde o início de 2008, com base no livro 2. Como fazia outros exercícios, depois de 1 mês já estava fazendo as 21 repetições, sem problemas, mais o 6º rito. Demoro cerca de 15 minutos para os 6 ritos, mais 5 minutos para praticar respirações diversas. Esses 15 a 20 minutos tem uma relação benefício/esforço muito favorável, tanto é que as minhas práticas anteriores ficaram em 2º plano. Faço-as esporadicamente.
    Não sei se são realmente do Tibete ou se foram adaptados do Yoga, mas o fato é que funcionam.
    Sugestão aos que ainda não fazem: invistam apenas 15 minutos por dia nos 6 ritos; seu corpo, sua mente e sua psique vão agradecer. Invistam mais 5 minutos e o agradecimento será ainda maior.
    Gostaria de conhecer pessoas que pratiquem para trocar idéias a respeito.

  12. Fiz um curso dos ritos tibetanos em Brasília, já tem muito tempo, mas, por preguiça e não botar muita fé, abandonei. Este ano de 2008 recebi de uma amiga um exemplar do livro “Fonte da Juventude” e resolvi retomar os exercícios diariamente. Estou com 65 anos e me sinto muito bem com a prática dos ritos. Faço cada rito curtindo muito, bem devagar, sentindo a respiração e sinto um prazer enorme fluindo pelo corpo, um riso bem gostoso percorre todo corpo, partindo da barriga. É um grande prazer que me dou todas as manhãs. Fico feliz de poder compartilhar com as pessoas desta vivência. Muita paz…

  13. Pratico os ritos ha 15 anos e todas as pessoas que nao me conhecem me dao pelo menos 10 ANOS A MENOS.
    Os cabelos nao escureceram totalmente, meu corpo tem peso
    proporcional e nao tenho doenças, gripes, cançaso e depressao e outras coisinhas da menopausa.
    Apredi a aperfeiçoa-los com uma professora alema que viveu
    no Nepal.
    Realmente , a maioria das pessoas nao fazem correto.
    Existem itens a serem observados, por exemplo, retesar fortemente os musculos solicitados a cada inspiraçao.
    funciona com a ginastica CALLENETICS.
    Quem tiver interesse, escreva para meu e-mail, que terei o maior prazer em orientar .
    Temos obrigaçao espiritual de repassar nossos conhecimentos quando eh para beneficio da saude e mental.
    Abraços a todos
    Namaste

  14. Olá Rosa Hollmann!!!

    Pratico os ritos a +/- 1 ano diariamente e sinto-me maravilhosamente bem! Realmente minha vitalidade aumentou.
    Sempre aparentei menos idade do que tenho. Hoje tenho 41 anos e normalmente me dão menos que 30!
    E acredito que com as minhas “praticas” devo manter a minha junventude! (Ritos, Alimentação Viva, auto-massagem, meditação,etc. )

    Mas fiquei bastante interessada em aperfeiçoar os ritos conforme você aprendeu com a sua professora alemã. Retesar músculos???
    Não encontrei o seu e-mail para me comunicar com você.
    Coloco o meu e-mail abaixo.

    Namastê a todos!!!!
    rebeca.angelica@mulherplena.com

  15. Amigos,
    So a Rosa hollmann, que pratica os ritos e a muito tempo fiquei ausente da internet.
    quero acrescentar nas minhas informaçòes, que sou vegetariana a 10 anos, por motivos humanitários.
    são várias práticas, mpo, e sei que não é fácil abraçar todas.
    quanto aos exercícios, quando digo , retesar os musculos solicitados é literalmente (apertar o corpo com força ( o bumbum ou as pernas no exercício nr. 3, 4 e 5 . cada vez que você se empinar). Não pode deixar o corpo mole, isto é deve ficar encaixado quando chegar no ponto máximo da inspiração.
    gostaria de demonstrar melhor, mas como cada praticante mora em lugares diferentes, não tenho condiçòes.
    Para a mulher , na menopausa é muito importante , apos terminar os ritos tibetanos fazerem yoga com movimentos pélvicos, e de inversão, que estimulam os ovários (isto recupera a libido que muitas perdem, com a menopausa.
    Em geral as brasileiras procuram melhorias externas, como plásticas, botox, malhaçào em academias e até se vestir com roupas de gente jovem para impressionar ,.(tudo isso melhora a aparência, mas continuam com semblante de mulheres coroas).
    Com a idade o globo ocular se afunda , os cabelos vão se tornando escassos e com a perda de colágeno no rosto , a pele da face vai ficando fina e amoldando ao crânio.
    Por favor , não se choquem com as observaçòes, apenas analisem.
    Todas as pessoas que praticam de yoga,, mantendo os exercícios por algum tempo, apresenta uma vitalidade maior que refaz até o colágeno a aumenta os músculos.
    Pena que muitas pessoas não acreditam ou não tem conhecimento.

    Namastê
    Meu e-mail : rosahollmann@yahoo.com.br

  16. Pratico o rito a mais de três meses… Estou sentindo o meu estômago um pouco enjoado.. Ainda não obtive um retorno da sua eficiência…
    Estou fazendo até o 5 rito e 21 vezes cada um..

    Estou na América do Sul. O primeiro rito estou fazendo no sentido horário.. Será que está correto?

  17. Haroldo,

    sobre o sentido dos giros no primeiro rito, o sentido é sempre horário, independentemente de onde você esteja.

    Sobre os enjôos, essa reação é comum em muitos praticantes. Conheço várias pessoas que sentem enjôo nos primeiros meses — principalmente em decorrência do primeiro e do quarto ritos. Eu faria o seguinte «checklist»:

    1) Quantidade de repetições: encontre uma quantidade em que o enjôo não aconteça e recomece sua prática a partir desse ponto. A série completa de 21 repetições de cada um dos cinco ritos pode ser bem exigente. Assegure-se de que você chegou até a prática completa através de um aumento gradual das repetições e que começou de um ponto em que você não sente enjôos, dores ou nenhum incômodo além do cansaço físico. Por exemplo, se você consegue fazer 8 ou 10 repetições sem sentir enjôo, recomece deste ponto e acrescente uma ou duas repetições a cada semana.

    2) Reações do corpo a cada rito: tente identificar se o enjôo está relacionado a um dos ritos e reduza as repetições apenas nele. Em alguns casos pode ser adequado interromper a prática daquele rito problemático por algum tempo, até que o corpo adquira melhor resistência com a prática dos outros.

    3) Condições para a prática: outros itens que merecem ser investigados são a alimentação, a disposição geral para a prática e o ambiente. Sobre a alimentação, certamente você sabe que o ideal é praticar os ritos em jejum (por isso recomenda-se a prática matinal, logo após acordar e logo antes do café-da-manhã), com estômago, bexiga e intestinos vazios. Eu normalmente evito alimentos durante as três horas que antecedem os ritos e líquidos, pelo menos uma hora e meia. Sobre a disposição geral, observe constantemente como você inicia a prática, seu estado de saúde e de espírito. Sobre o ambiente, você pode experimentar mudar o horário da prática, buscar um espaço mais arejado (se o espaço onde você pratica não for suficientemente arejado), evitar pisos frios etc.

    Seja como for, a chave é adaptar a prática às suas condições. Embora o livro de Peter Kelder enfatize a importância de não alterar nada nos ritos, acho adequado encontrar um ponto de equilíbrio entre aquilo que o livro sugere e aquilo que é benéfico para você, buscando, evidentemente, chegar à prática tal como descrita por Kelder. Mesmo que leve muito tempo até você chegar à «prática perfeita», certamente haverá benefícios com a prática parcial ou adaptada.

    Boa sorte e boa prática.

  18. Bom dia.

    Gostaria de saber se estes exercicios podem ser praticados duarante toda a gravidez, nunca ou apenas em alguns meses. Ou se existem apenas alguns exercicios que n\ao se deve fazer.

    Sei que h]a por exemplo, exercicios de yoga que s\ao muito recomendados e outros que n\ao se devem fazer nunca ou em determinadas fases da gesta\ao.

    Muito obrigada

  19. Rita,

    De um modo geral a recomendação é evitar posições e movimentos que causem compressão do ventre/abdômen. Isto de cara excluiria o segundo rito, que é um exercício abdominal que pode ser bem exigente. Talvez não haja problemas no primeiro, no terceiro e no quarto ritos; o quinto, talvez apenas nos primeiros meses de gestação.

    No yoga, evitam-se também posturas de torção, mas nenhum dos ritos envolve torções.

    De qualquer forma, são palpites apenas. Não espero que você os siga sem antes procurar um bom professor de yoga. A orientação direta é fundamental. Um bom professor saberá orientá-la durante a gravidez, inclusive para praticar os ritos e outros exercícios que a ajudem a manter a saúde nesses meses tão especiais.

    Boa sorte e boa prática.

  20. Oi! Alguém pode me dizer quanto tempo se deve ficar em cada uma das cinco posições? Não sei se basta fazer ou se se deve ‘ficar’ um pouco nelas. Também não sei se a gente deve ‘emendar’ uma na outra ou se é preciso ficar em posição neutra pra recomeçar cada movimento. Se emendamos um no outro, realmente força bastante a coluna.
    Agradeço desde já!

  21. Olá, Stella.

    Os ritos não se baseiam propriamente em posições. Com exceção do primeiro rito, cada um dos demais é composto pela alternância de duas posições diferentes e, por isso, a respiração e o movimento são tão importantes quanto as posições isoladas. Ou seja, basta “fazer”, sem parar. Você pode interromper cada repetição, permanecer parada por alguns segundos em cada posição, mas deve estar atenta a dois pontos:
    — sincronia da respiração com o movimento, o que vai lhe ajudar a encontrar o ritmo mais adequado a você.
    — velocidade da execução: quanto mais rápido, mais fácil descuidar da postura; quanto mais lento, mais difícil e pesado o exercício.

    Para ter uma idéia de como a prática é realizada, veja este vídeo. Eu prefiro movimentos mais lentos, mas isso varia de pessoa para pessoa.

    Lembre-se de que a prática completa (21 repetições de cada um dos cinco ritos) raramente toma mais do que 20 minutos. E inclua sempre um descanso de 5 a 10 minutos em savasana no final de cada sessão completa.

    Obrigado por seu comentário e boa prática.

  22. Christian, agradeço teus comentários. Foi bom saber que é importante descansar depois de fazer a sessão completa dos ritos pois eu os tenho feito e, logo em seguida, tipo imediatamente, vou para o banho pois me relaxa. Vou acrescentar isso. Só mais uma coisa: vi no vídeo que aquela pessoa se prepara, faz um tipo de alongamento antes ou após alguns movimentos. Eu também faço mas cheguei a pensar que pudessem ‘neutralizar’ algum efeito, já que parecem antagonizar aquele movimento. Pode comentar isso? (Dúvidas típicas de uma pessoa leiga…)
    Mais uma vez, grata.

  23. Olá, Stella.

    1) o banho depois dos ritos é bom, desde que não seja frio. A recomendação geral é, no entanto, que fique uma ou duas horas com aquele “calor” gerado pela prática e depois, se quiser, tome banho. Com ou sem banho, o descanso é fundamental. Embora não seja frisado pelos livros, o descanso permite ao corpo “assimilar” os exercícios.

    2) O alongamento pode ser bom também. Dependendo do horário, o corpo não está totalmente pronto para os ritos (de manhã, por exemplo, as articulações estão naturalmente mais rígidas). Você pode fazer os alongamentos de sua preferência ou pode usar os exercícios alternativos (preparatórios) que são recomendados no Livro 2 da Fonte da Juventude. Aliás, no que diz respeito à consciência corporal, o que parece ser antagonismo costuma ser na verdade “compensação”; por exemplo: no rito 3, logo depois de inclinar a coluna para trás talvez você sinta necessidade de incliná-la para frente, para aliviar a tensão na lombar. Ou você pode alongar um pouco as pernas antes do rito 2, sem problema algum. Apenas evite mudar a ordem dos ritos ou espaçá-los demais; faça os exercícios preparatórios preferencialmente antes dos ritos, não entre cada um deles.

    E boa prática.

  24. Oi, Christian!

    Tudo bem?
    Queria te fazer mais 2 perguntas…
    É que me toquei que, no livro, o autor diz que é bom tomar banho morno ou frio (mas não muito frio) depois de praticar os ritos… será que ele quis dizer que não é pra tomar banho quente??
    A segunda coisa é que estou fazendo 11 repetições de cada rito (fui aumentando 2 por semana, como é orientado a fazer no livro) e estou pensando em fazer aquela divisão, 11 de manhã e 10 à noite. Só que pular de 11 pra 21 em um dia pode ser meio ‘radical’, não? O que vc acha? É que assim poderei fazer logo as 21 repetições por dia.
    Aguardo tua opinião e agradeço novamente.

    Stella

  25. Olá, Stella.

    É difícil descobrir o que Peter Kelder quis dizer exatamente com suas explicações sobre os ritos. Onde há dúvidas deve prevalecer o bom senso.

    O ideal, como eu disse antes, é permanecer uma ou duas horas sem banho após os ritos e, em seguida, tomar um banho morno, confortável para o corpo. A idéia com o banho morno é preservar o calor gerado pelos ritos. O banho quente faria a mesma coisa, mas o calor excessivo pode trazer problemas dermatológicos e alterar a circulação de energia vital no corpo.

    Sobre o número de repetições, não vejo problemas em fazer uma prática noturna com 10 repetições, desde que isso seja confortável para seu corpo.

    O ideal, no entanto, é seguir a orientação de Kelder: 21 repetições numa única sessão. Por isso, tome a segunda prática (noturna) como uma preparação para a prática principal (matinal), que aos poucos deverá aumentar até chegar às 21 repetições. Como você poderá notar, no caso dos ritos, a soma das partes não é igual ao todo: uma única sessão de 21 repetições é diferente de duas sessões de 11 e 10 repetições ou de três sessões de 7 repetições.

  26. Olá Christian

    Li o livro Fonte da Juventude e gostei da idéia de praticar os exercicios(ritos) que não são assim tão dificeis de fazer e também não tomam tanto tempo. Procurei na internet mais informações, principalmente para ver depoimentos de pessoas que praticavam tais exercicios(ritos). Foi assim que localizei o seu site.

    Me animei mais ainda ao ler os depoimentos do seu site.

    Comecei a praticar os ritos todas as manhãs ao levantar, começando inicialmente com 3 repetições de cada rito como recomenda o livro. Estava indo tudo bem, até que na sexta semana quando já praticava 13 repetições de cada rito, comecei a ter problema de pressão.

    Tomo normalmente remédio para pressão alta, que desta forma fica controlada.

    Fui reler o apendice do livro e vi que no meu caso deveria ter ido mais devagar na ampliação das repetições, assim como fazer os execicíos de forma mais lentamente.

    Pretendo dar um tempo para regularizar a pressão (deve levar uns 10 dias eu creio) e retornar aos ritos, agora com mais cuidados.

    Acho que o bom seria consultar um médico sobre o assunto, mas como imagino que bem poucos conhecem este assunto (dos ritos) tenho dificuldade de achar um. Moro em Curitiba. Se você souber de um médico daqui que eu possa consultar, favor me informar.

    Agradeceria se você tiver mais alguma orientação que pudesse me passar

    GRATO

    ROBERTO

  27. Roberto,

    obrigado por seu comentário. Vou ficar devendo dicas sobre médicos, porque não conheço Curitiba.

    Sobre pressão alta, de fato é bom ter cautela e ir num ritmo bem mais brando do que o indicado nos livros. Procure aumentar o número de repetições somente quando sentir que o número atual tornou-se confortável ou fácil.

    É muito provável que a prática ajude a estabilizar e normalizar sua pressão — ao ponto de curar eventuais problemas crônicos. Seja como for, é sempre bom ter a orientação de um médico nesses casos.

    Boa sorte e boa prática.

  28. Eleuza,

    o sexto rito é uma combinação da interrupção da respiração com dois bandhas (travas corpóreas): o jalandhara bandha e o uddhiyana bandha. Consistem, respectivamente, no travamento da garganta e na sucção do abdômen. Não é um exercício muito simples de dominar e Kelder recomenda que seja feito apenas por pessoas celibatárias.

    Além disso, no yoga esses bandhas não são recomendados a pessoas que sofrem de hipertensão.

    A recomendação que posso passar é a seguinte:

    1) Leia atentamente o livro de Kelder, que disponibilizei na minha seção de ebooks. Ele explica os ritos, inclusive o sexto.

    2) Faça o sexto rito somente depois de dominar os cinco ritos anteriores (isto é, torne-se hábil para executá-los da forma correta, 21 vezes como explica o livro). Acredito que a execução do sexto rito se tornará segura quando você dominar os ritos anteriores.

  29. Olá, tive grande surpresa quando ví no youtube, e outros vídeos por aí, que as pessoas fazem os ritos de forma dinâmica! Eu lí e relí o livro (1) várias vezes e não encontrei menção que devemos fazê-los assim! Alías, observem: Kelder fala que entre uma repetição e outra, deve-se relaxar e continuar com o mesmo ritmo respiratório. Me pareceu que ele diz entre repetições do mesmo rito! A idéia que tive, foi qu fazemos um, paramos no ponto máximo de contração e soltamos devagar. Enfim, fico muito confuso neste ponto… De qualquer forma, acho que se é realmente dinâmico, deve ser de forma muito lenta, bem ao estilo oriental;;;;Não pretendo começar a praticá-los enquanto nao esclarecer bem este ponto, se alguém puder comentar, fico grato!

  30. Sexta feira, Dezembro 04, 2009

    Christian,

    Por gentileza, gostaria de ser esclarecida, se posso fazer os giros
    mais vezes, por exemplo, 3 ou 4 sessões a mais das 21, do programa…
    Notei que me fazem muito bem, quando assim procedo (Já o fiz
    umas quatro ou cinco vezes), mas fico receosa de algum efeito danoso… Qual é a sua opinião?
    Executo os ritos diàriamente já há dois meses, mas, por ignorância mesmo, achei que a gente teria que começar aos poucos apenas para condicionar o corpo; como já possuo um bom preparo físico, iniciei todos já executando as 21 vezes cada,(com excessão do quarto rito que ainda estou na pratica de 13) …
    Você acha que posso ter problemas por isso?
    Muito obrigada pela gentileza de me esclarecer tais dúvidas!…
    Valkíria

  31. Olá, Valkíria.

    Obrigado por seu comentário.

    Aumentar o número de sessões dos ritos é desnecessário. Fazer isso depende do seu objetivo. Se o objetivo é ampliar os benefícios proporcionados pelos ritos, Peter Kelder explica em seu livro que mais sessões não trarão benefícios maiores — 21 vezes de cada um dos 5 ritos são suficientes para melhorar progressivamente a saúde.

    Até onde pude entender, os ritos foram ‘pensados’ em função dos ritmos do corpo — um período breve de prática, cujos benefícios depois serão aproveitados nas tarefas normais do dia-a-dia. Ou seja, os ritos não são um fim em si mesmos, mas um meio.

    Mas talvez você queira aproveitar os benefícios estritamente físicos dos ritos — força e flexibilidade, por exemplo. Um caminho é manter a mesma quantidade de ritos e de repetições e intensificar a prática. Se você usa Orkut, veja este tópico.

    Para resumir o que digo lá, existem basicamente três formas de intensificar a prática:
    1) Acelerar os movimentos, apenas tendo o cuidado de não exagerar nos alongamentos de lombar e cervical, o que poderá tornar os ritos mais ‘aeróbicos’.
    2) Tornar os movimentos mais lentos, o que exigirá mais força e poderá desenvolver ainda mais os músculos.
    3) Manter o corpo parado por alguns segundos entre os movimentos, suspendendo a respiração enquanto o corpo estiver parado, o que intensifica a prática respiratória incluída nos ritos.

    Se estas sugestões não forem suficientes, considere a possibilidade de praticar yoga — busque um professor que ofereça uma prática física intensa, mas que ao mesmo tempo possa lhe transmitir os outros elementos, tais como as práticas de purificação, as respirações e a meditação. Como eu disse no início, depende do que você busca, depende de quais são seus objetivos.

  32. Olá Christian, estou praticando os Ritos há 4 semanas, pratico ao acordar, antes mesmo de comer alguma coisa, a primeira coisa que faço quando levanto é praticar os ritos. Por isso a minha dúvida: será que tem algum problema eu praticar os ritos de estômago vazio, sem comer nada ?
    Ou seria melhor eu me alimentar antes, comer algo para depois fazer os ritos ?

  33. Olá, Alisson.

    O mais adequado é realmente fazer os ritos com o estômago e o intestino vazios. Costumo fazer como recomendam no yoga: intervalo de 2 ou 3 horas depois de uma refeição pesada ou de 1 ou 2 horas depois de uma refeição leve.

    A forma como você faz os ritos — pela manhã, em jejum — me parece ideal. Depois dos ritos, descanso, banho (espere uma hora até tomar banho, para não dissipar a energia estimulada com os ritos) e alimentação.

  34. Gostarua que me respondesse a seguinte pergunta, por favor. Praticando os ritos, não se pode nunca tomar banho frio, ou só depois das práticas?
    E se tivermos de ir à praia ou a uma piscina?
    Grato.
    Abraços.

  35. O banho frio só não é recomendado logo depois das práticas. Normalmente um intervalo de uma hora é suficiente para a pele absorver o suor e permitir que a energia estimulada circule pelo corpo. Isto obtido, fique à vontade para tomar banhos frios, banhos de mar ou de piscina.

    A idéia, como você pode imaginar, é evitar choques térmicos.

    Boa prática.

  36. No livro tem uma fala do Coronel Bradford na qual ele proíbe os praticantes dos ritos de tomar banho de chuveiro, pois segundo ele o banho de chuveiro anularia os benefícios dos ritos.
    Por isso estou em dúvida, já que eu tomo banho de chuveiro.
    Será que estou prejudicando os efeitos dos ritos em mim ?

  37. Alisson,

    veja esta minha resposta à Stella.

    Em outras palavras, o importante é ter bom senso. O problema está na temperatura: o banho frio exporia o corpo ao choque térmico, o banho quente relaxa excessivamente os músculos. O ideal é permitir que o corpo assimile os efeitos dos ritos por uma ou duas horas; depois disso banhe-se à vontade.

  38. Gostaria de saber de onde as pessoas tiraram essa informação de que nós devemos praticar os ritos em jejum.
    Eu não lí o livro 2, lí somente o livro 1 e não ví nenhum trecho no qual afirma que devemos praticar os ritos em jejum !

  39. Alisson,

    importante sempre ter bom senso. Jejum, no caso dos ritos, significa praticar com intestinos e estômago vazios. Logicamente, isso não implica permanecer horas sem se alimentar — o que poderia trazer problemas –, significa apenas ter os órgãos internos liberados e em boas condições para a prática. Certamente não há problema em tomar meio copinho de iogurte doce, o que, dependendo da pessoa, pode prevenir uma hipoglicemia.

    A recomendação é a mesma adotada no yoga e em muitas outras práticas orientais.

  40. Boa tarde !!!

    Gostaria de saber se podemos fazer os cinco ritos com alguém que tenha algum problema de coluna, como desvio, bico-de-papagaio.

    Obrigado a todos…

    Alessandro Trindade

  41. Depende muito da extensão da lesão. Se não há restrição a movimentos corriqueiros — como os das tarefas domésticas, caminhar, erguer pesos etc. — provavelmente não haverá problemas na prática dos ritos. Mas recomendo uma avaliação com um médico ou fisioterapeuta antes e o acompanhamento de um professor de yoga para a prática dos ritos.

  42. tenho praticado os ritos 2 meses e notei que está subindo as bochechas no lugar devido as manchas ainda não sumiram, ainda tenho marcas de expressão . mas é uma boa coisa não ter as bochechas caídas. que parecem burdog. gostaria de saber se esta oleosidade é normal. e quanto tempo mais precisa para sumir as marcas de expressão.

  43. quero te parabenizar pelo site, é de grande utilidade pra quem deseja conhecer mais dos rituais tibetanos inclusive depoimentos de quem ´faz.eu li o livro 2 e comecei a fazer e parei quando engravidei e agora irei recomeçar. Que Deus te ilumine sempre.

  44. Olá, pratico os 5 ritos a 7 anos, tenho 35 anos. Faço apenas 3 repetições, e com plena consciencia de cada exercicio. Modestia a parte, meu corpo é escultural e todos me perguntam o que faço. Vejo que a maioria faz 21 repetições erradas. Principalmente não encostam a sola dos pés no chão no nº 5 e não contraem a barriga no nº4. Boa sorte a todos. Andréia.

  45. Olá pratico os ritos há 1 ano e meio, sei que os beneficios são muitos, ja era praticante de Yoga antes , daqui a uns meses vou começar a fazer a tarde tambem iniciarei com os 3 ritos até aingir os 21 como iniciei, recomendo a todos que façam, logico que depende da persistencia.porem tenho uma saude previlegida sem cansaços, doenças rotineiras e dores etc. tenho 66 anos e gostaria muito de adquirir o livro 2 como faço? tenho procurado e não encontro tem pra baixar no comp? como o primeiro?, seu site é muito bom pra tirarmos dúvidas e conhecer muito mais, grata.

  46. estou empenhada em fazer os exercicios mas gostaria de saber se emagrece pois estou prescisando de emagrecer e nao consigo com dieta nehuma e se tem alguam dieta do livro pra fazer junto com os exerciciosagradeço desde de ja pelas explicaçoes a cima gostei muito

  47. Duane,

    obrigado por seu comentário.

    Os ritos tibetanos podem ajudar a normalizar o peso: quem tem sobrepeso poderá perder peso; quem está abaixo do peso, pode ganhar algum. Se você é saudável e sua condição de sobrepeso (supondo que seja este seu caso) não interfere na sua mobilidade pra exercícios físicos, recomendo a prática diária dos ritos, conforme a orientação presente nos dois livros. Comece aos poucos, mas mantenha a prática diária.

    Sobre dieta, os livros trazem algumas dicas de alimentação, mas nunca as segui. Por isso não vou poder me manifestar sobre elas. Seja como for, acredito que se você praticar os ritos com regularidade e tiver bom senso, equilíbrio e moderação ao se alimentar, poderá conseguir a condição de peso e saúde que busca.

  48. Nossa gente, fiquei apaixonada pelos ritos, e estou praticando a 2 dias, ja me sinto bem, mas dizem que é uma formula “mágica”, e regula as funções do corpo é isso?
    Fiquei feliz em saber que emagrece, estou 40 kilos acima do meu peso, apesar disso, consigo fazer todos os movimentos, será que regula o intestino preso, e melhora a rinite alérgica? Adoraria me livrar desses problemas.

  49. Olá, Suzane.

    obrigado por seu comentário.

    Na verdade não há mágica. Os ritos atuam sobre as principais glândulas e órgãos do corpo, regulando seu funcionamento. Como você deve ter lido nos outros comentários, a tendência é regular a saúde de um modo geral, o que inclui a possibilidade de perder peso (caso esteja acima) ou ganhar (caso esteja abaixo). Nos dois livros que tratam dos ritos há inclusive relatos de curas de doenças crônicas.

    Prossiga com regularidade e confiança. E se quiser retorne para relatar novamente suas experiências com os ritos.

    Boa sorte e boa prática.

  50. Eu estou com problema de vista, bem, não necessariamente um problema sério, mas não estou enxergando bem de longa distância e creio que tenho necessidade de usar óculos de grau. Será que com a prática dos 5 Ritos Tibetanos a minha visão possa melhorar e voltar ao normal, sendo desnecessário o uso de óculos de grau ?

  51. Alisson,

    vá a um oftalmologista.

    Problemas oculares que podem restringir a prática de ritos são as alterações na pressão intra-ocular ou descolamento de retina. Se estes não forem seus casos (o médico lhe dirá) e se o restante da sua saúde está em ordem, inicie sua rotina de práticas quando se sentir disposto pra isso.

    O benefício para a saúde está na melhoria global da condição física e mental. Não pratique os ritos esperando curar um mal específico, embora haja chances disso acontecer em alguns casos, para algumas pessoas.

    Boa sorte.

  52. Parece milagre! É muito bom mesmo! Há anos adio 2 cirurgias na coluna com a prática dos ritos. É a melhor coisa já experimentei p as minhas dores de coluna. Pratico os 5 primeiros todos os dias, desde 2003, p/q tenho hérnias-de-disco cervical e lombar. Sem os exercícios eu sequer consigo andar (tenho2 hérnias na lombar) e movimentar meus braços (hérnia cervical). É o melhor remédio para minhas dores de coluna( é como se tirasse a dor com a mão). É ótimo tbém para os inconvenientes da menopausa, por exemplo as ondas de calor. Se deixo de fazer os exercícios por algum motivo (viagem por exemplo), fico mal da coluna e os aparecem os calores. A gente fica num pique “daqueles” com os exercícios. Melhora o humor, a disposição, a concentração. Enfim, para mim é o melhor energizante que conheço. Mas tenho que fazê-los todos os dias. Não sei como seria minha vida sem esses ritos.

  53. tenho praticado em 2 meses e meio. os ritos tenho o livro 2 tambem é melhor que o livro um. tendo relatos de pessoas que rejuvenesceram em pouco tempo. tendo pessoas que afirmam na região do Himalaia que viveram mais de 100 anos com aparência de menos de 30. é realmente um livro que vale a pena. eu tenho 40 anos e me dão 25 a 28 anos; os ritos realmente funcionam valem a pena praticar. as minhas palbebras eram flacidas e hoje estão bem esticadas. imagine se eu praticar duarante um ano estarei novinho em folha.

  54. Marcos S
    Ola pratico os ritos fazem 2 meses e me sinto muito mais calmo, e minha pergunta se basea numa declaraçao de uma pessoa que esta fazendo também os ritos incluindo o sexto, ela disse tem percepçao espiritual e costuma saber de coisas, como se fosse intuiçao, isso é possivel???

  55. Olá, Nivaldo.

    sobre sua dúvida, espero que não seja tarde demais para esclarecê-la. De fato, nos ritos o movimento é realizado no ritmo da respiração e o adequado é fazê-los da forma mais naatural possível — nem tão lento ao ponto de faltar fôlego, nem tão rápido ao ponto de se tornar mera ginástica. O ideal é que a cada repetição corresponda uma respiração completa. Por exemplo:

    — No rito 2, o praticante deve subir a cabeça e as pernas à medida que inspira. A finalização da inspiração coincidirá com o final do movimento e, portanto, com a extensão máxima (preservando o conforto, claro) da cabeça e das pernas para o alto. Logo em seguida o praticante deve descer a cabeça e as pernas à medida que solta o ar e o movimento de descida coincide com o movimento da expiração, isto é, os dois têm a mesma duração.

    Praticantes mais avançados e experientes incluem uma pequena retenção (1 ou 2 segundos) da respiração e dos movimentos ao final da inspiração.

    A prática dinâmica, que você viu em alguns vídeos, é uma adaptação apenas. Em minha opinião, é uma forma válida e mais versátil, adequada talvez para quem quer economizar tempo. Podendo, prefira a forma «tradicional», em que os movimentos se harmonizam com a respiração.

    Sobre imagens, eu não disponho delas. Talvez outros praticantes disponham. Seja como for, para mim os relatos de cura de doenças e de melhoria da condição física geral são suficientes para que eu procure me dedicar aos ritos e buscar minha própria experiência.

    Obrigado pelos comentários e perdoe a excessiva demora para responder.

    Abraço e boas práticas.

  56. Muito obrigado Cristian, Foi muito esclarecedor!! Eu l[ialguimas vezes o livro e sempre fiquei com um pé atrás sobre dois pontos: o primeiro do ritmo surgiu quando ví pessoas praticando eles de forma rápida (não a ponto de parecer uma “aeróbica”, mas quando eu comecei a fazê-los, eu chegava ao ponto de intervalar cada cilco do mesmo exercío em cerca de 30 segundo, ou seja, bem lentamente. A segunda dúvida – sanada aqui – era sobre o sentido de rotação do primeiro rito!!

    Obrigado, retomarei agora os ritos!!!

  57. Olá, Marcos,

    obrigado por seu comentário e perdoe a demora na resposta.

    Sim, é possível. Os ritos influenciam a circulação da energia vital (corporal e mental). O sexto rito, em particular, é muito semelhante a um mudrá do Hatha Yoga. Os mudrás tem como finalidade «estabilizar» a energia vital no indivíduo; alguns, mais especificamente, pretendem fazer a energia vital ascender dos chakras inferiores para os chakras superiores, alguns podem estar relacionados à percepção, à intuição e a processos mentais.

  58. pratiquei durante 2 meses. e vou recomeçar a praticar parei devido a medicamentos para os nervos. que enfraquecem o corpo. e me sinto exausto. devida a pratica. mais o que vi neste tempo que pratiquei são os olhos perderam a flacidez. ficaram esticados as bochechas estavam se levantando. estava com os olhar mais brilhante. voltei a praticar devagar. a gente fica pouco tempo dormindo cheio de energia. com poucas horas de sono se recupera totalmente. eu tenho 40 anos e me dão 25 a 28 anos. é realmente incrível. abraços.

  59. Olá, comecei a fazer os ritos ha duas semanas e tenho sentido dores nos músculos e articulações….tb alterno energia e vitalidade com cansaço…é assim mesmo? Gostaria de saber se faz bem para o intestino, para a movimentação intestinal? Pq o meu é muito lento, e não é por falta de exercícios ou fibras na alimentação.
    Estou muito animada com a prática dos ritos e mais ainda depois que li os comentários acima.
    Obrigada,
    Abraços

  60. Sandra,

    no começo pode haver efeitos como dores musculares e alterações na disposição física e emocional. Depende de como é sua rotina de prática dos ritos, de como era ou é sua rotina em outras práticas físicas (caso tivesse ou tenha alguma), depende também da idade, dos hábitos etc. Resumindo, é inevitável que nas primeiras 3 ou 4 semanas haja reações diversas — algumas boas, outras não tão boas.

    A dor muscular, por exemplo, certamente é um efeito do uso de grupos musculares que não eram trabalhados em suas outras atividades.

    Sobre o aparelho digestivo, os ritos ajudam a regular o seu funcionamento. Como você já deve ter notado, os ritos agem diretamente no eixo principal do corpo, o que inclui os principais órgãos, como os intestinos. A tendência (embora isso possa variar) é que a saúde se normalize e se regule à medida que a prática é mantida diariamente: se há soltura ou lentidão, essas duas condições intestinais tendem a se normalizar.

    Sobre o quinto rito, o corpo fica apoiado somente nas mãos e nas pontas dos pés durante todo o exercício. Como você pode notar, para que isso aconteça, é fundamental que as pernas fiquem bem estendidas, com os calcanhares sempre ativos e projetados para trás.

    Boa sorte e boas práticas.

  61. Obrigada, Cristian, mas ainda gostaria de confirmar a posição certa do quinto rito. Quando começo o quinto rito estou de bruços no chão, aí apoio o corpo nas pontas dos pés e nas mãos….etc…..até chegar à posição final novamente deitada de bruços no chão……então esta maneira está errada? Devo voltar a posição SEM ENCOSTAR o corpo no chão?

    Abraços

  62. Olá Christian,
    Eu comecei a fazer os cinco ritos na 2ª feira e gostaria de saber se posso fazer mais de 1 vez ao dia? Comecei com 3 repetições de cada e faço pela manhã, logo após acordar, na hora do almoço e no final da tarde.

    Ou o correto é fazer somente pela manhã, em jejum?

  63. Gostaria de relatar aqui uma constatação de bem-estar que os cinco ritos me proporcionou. Ontem cheguei em casa na hora do almoço com muita pouca energia e com a pressão 9X6. Depois que fiz os exercícios, só com 3 repetições, pois comecei há 2 dias, minha pressão normalizou imediatamente e também minhas energias foram restabelecidas. Me senti ótima. Incrível o resultado desses exercícios !

  64. Não querendo ser dono da razão e nem afirmar o que tá certo ou errado, mas no livro 1 não tá escrito nenhuma recomendação que devemos praticar os ritos em jejum. Não sei à respeito do livro 2, mas no livro 1 não me lembro de tá escrito tal recomendação. Por isso, gostaria de saber o motivo pelo qual devemos praticar os ritos em jejum.

  65. Muito bacana esta sua atenção com os seus leitores. Quando tantos colocam o material e deixam a gente falando sozinhos, você lembra até de comentários repetidos. Gostei. Parabéns!

  66. Aparentemente Peter Kelder vive (ou vivia, não sei se ainda está vivo) recluso nos EUA. Tudo indica que fez isso depois que se tornou famoso com o livro «The Eye of Revelation» (o original, que no Brasil foi traduzido como «A Fonte da Juventude»).

    Minha tese (baseado apenas nos meus próprios estudos) é de que o livro, a história do Coronel Bradford e o método que ele ensina foram totalmente inventados e, portanto, Kelder não queria ninguém lhe fazendo perguntas ou pedindo provas de qualquer tipo. A vantagem dessa atitude foi lançar os leitores à prática e à busca das próprias experiências — e estas duas coisas têm trazido bons resultados para a maioria das pessoas.

  67. Só pra não deixar passar. Concordo com a Andréia, em 16-5-11: “Vejo que a maioria faz 21 repetições erradas.”. Mas não é que façam errado, na verdade, creio que fazem de acordo com o livro “Cinco Tibetanos” do Christopher S. Kilham, e não do Peter Kelder. Pelo que entendi, o livro do Christopher é mais conhecido lá fora do que o do Kelder, e a maioria do pessoal que posta vídeos, usa o sistema de acordo com ele.

    Christian (em 22-01-12), concordo com você, em parte. Acho que os ritos tem uma base real, veja este texto:

    http://www.myzentado.com/2011/11/rejuvenescimento-e-bem-estar-com-os.html

    Talvez o Kelder tenha conhecido este phrul ‘khor tibetano, ou talvez até o Kum Nye mesmo, como citado, e montou os ritos tibetanos levado pela intuição.

    Abraços.

  68. Olá Cristian. Olá pessoal.
    Quero deixar aqui o meu depoimento. Há apenas 2 dias venho praticando os 5 ritos, e logo no primeiro dia, já me senti diferente , o que percebi à noite, ao deitar. Meu sono foi tranquilo, estou sentindo uma clareza mental, estou mais calma, dona de mim mesma, a percepção mais aguçada, houve um encontro comigo e um domínio sobre sentimentos, minha postura está melhor, meus desconfortos no pescoço sumiram, enfim, AMEI os 5 ritos tibetanos, afinal eles tornaram possíveis, alguns estados, que há um certo tempo, venho buscando. Eles são incríveis.
    Cristian, também quero parabenizá-lo pelo respeito com que trata seus leitores. Você é um grande ser humano.

    Caso queiram trocar idéias, eis meu e-mail: extra.polar@hotmail.com
    Abraço a todos.
    Cida

  69. Depende, Helena.

    Se for aquela «dorzinha» que surge no dia seguinte a alguma prática física, costuma ser normal nos primeiros dias.

    Se for dor mesmo, que impossibilite certos movimentos, não é normal. Neste caso é melhor interromper a prática e procurar orientação médica.

  70. Christian,

    Seus comentários sobre os Ritos Tibetanos demonstram bastante bom senso, na minha opinião. Tenho visto e lido muita bobagem sobre este assunto, quando na verdade bastaria que as pessoas lessem o livro do Peter Kelder com atenção. Ainda que a gente fique com algumas dúvidas ao ler o livro, outras podem perfeitamente ser esclarecidas através de uma leitura atenta. Acho legal que as pessoas comprem os livros para poder relê-los sempre que necessário. Se tiverem dificuldade em achá-los, sugiro que entrem em contato com a Editora Best Seller (uma divisão da Editora Nova Cultural). Na verdade o livro 2 não é do Kelder, mas é bem interessante.

    Apesar de conhecer os Ritos há mais de dez anos, só comecei a praticá-los com regularidade há uns quatro meses. Estou gostando muito mesmo, mas não posso relatar nenhum efeito “mágico”. Aliás, não tenho expectativa de obter efeitos incríveis, radicais, etc., mas acho que os Ritos realmente fazem bem ao corpo e à mente.

    Durante esses meses em que venho praticando os Ritos, já reli o livro 1 algumas vezes, e o 2 uma vez. Gostaria então de fazer duas observações a respeito dos seus comentários sobre a medicina tibetana e o yoga tibetano:

    – Acho que ninguém hoje em dia conhece o texto original do livro do Peter Kelder e é impossível saber que modificações o primeiro editor introduziu. Na verdade foi o editor que falou em chacras e os associou às glândulas endócrinas para “adequar a obra ao ponto de vista mais atual”, segundo nota de rodapé do próprio editor. O Peter Kelder fala apenas sobre vórtices, que embora se assemelhem muito ao que se conhece sobre chacras, talvez não sejam exatamente a mesma coisa. Aliás, eu adoraria saber mais sobre os “dois vórtices importantes na região dos joelhos”, mas o editor simplesmente optou por eliminar essa informação do texto.

    – Não me parece que o livro se refira aos Ritos Tibetanos como uma prática secreta nem como algo que visava restaurar/manter a aparência da juventude. Claro que se pode acreditar ou não na estória do Coronel Bradford (que realmente soa meio fantasiosa), mas de qualquer maneira o Coronel não alega que os monges desvendaram um segredo para ele. Ele conta que ninguém sabia ao certo onde ficava o tal mosteiro, que era super isolado, e por isso o conhecimento dos lamas que ali viviam não era difundido. Por ser uma coisa quase desconhecida, é natural que fosse chamada de “segredo” (os publicitários usam muito esta palavra também, mas não se pode interpretá-la ao pé da letra), mas o conhecimento foi compartilhado com o Coronel tranquilamente, ao que parece. Aliás, ele menciona que não era o único ocidental lá no mosteiro. Enfim, mesmo que a estória seja toda fictícia, acho que ela não tem a intenção de fazer crer que os monges tibetanos ensinaram uma prática secreta a um ocidental. E o suposto rejuvenescimento seria uma consequência dos Ritos e de outras práticas (alimentação sadia, meditação, atitude mental, trabalho físico, convívio com a natureza não poluída, etc.), não um objetivo em si. Acho que o objetivo seria o bem-estar, a disposição para o trabalho físico (sem o qual os monges não sobreviveriam num lugar tão isolado), etc. Pode soar bonito dizer que “a doença e o envelhecimento são bênçãos”, mas os monges tinham de ser autossuficientes e para isso tinham de ter disposição para trabalhar duro, né?

    Christian, de qualquer maneira agradeço seu texto tão bem escrito e toda a atenção dispensada aos seus leitores ao longo desses mais de cinco anos.

    Um abraço,

    Leila

  71. olá boa noite,
    pratico os ritos desde fevereiro deste ano e tive a confirmação da minha gravidez então gostaria de saber se posso continuar fazendo os ritos sem problema.
    muito agradecida.
    Patrícia.

  72. Se sua prática é consistente, isto é, se você realiza as 21 repetições sem problemas, provavelmente não haverá problemas no primeiro trimestre da gravidez. Contudo, recomendo cautela em qualquer movimento que use esforço abdominal (como o 2º rito) e que tenda a reduzir o espaço do abdômen.

    O ideal é você conversar com seu médico sobre os ritos tibetanos e, se for o caso, buscar uma atividade física orientada por profissional de educação física.

  73. Olá, estou lendo o livro e vou começar a praticar os ritos, estou com umas duvidas, quanto as repetições, se alguem poder esclarecer agradeço.
    Diz que no maximo 21 repetições por dia, mas diz que o ideal é fazer umas 3 vezes ao dia, então seria em media 7 por vez?
    No rito 2, por exemplo é só erguer as pernas na posição vertical e descer, isso ja caracteriza uma repetição? Se sim e for apenas 7 de cada vez não dura nem 5 min, ta certo?
    pratico alongamentos e talves esteja estranhando ja que este demanda bastante tempo… desculpe se perguntei de mais.
    grato desde ja e parabens pelo site.

  74. Boa tarde,
    Conheci hoje os Ritos Tibetanos e quero agradecer aos comentários de todos. Foi um grande incentivo para que eu inicie os exercícios, amanhã cedinho. Espero em breve contribuir com meu depoimento.
    Saúde e Paz!

  75. Olá Chistian, estou impressionado com os anos que este artigo vem se mantendo; sua publicação foi em 2007 e estamos iniciando 2013. E o antigo assunto sobre os ritos tibetanos publicados por Kelder pela primeira vez em 1939 perdura! Isso só demonstra o profundo interesse das pessoas em manter a saúde, vencer os maus hábitos e divinizar-se. Parabéns por manter ativo esse espaço e por continuar dando importância e atenção as pessoas ao longo destes 6 anos. Parabenizo também aos praticantes assíduos e aos que estão contribuindo para propagar a saúde e a juventude a todos!

    Feliz 2013!!! Rafael Toledo (Ponta Grossa /PR)

  76. Fiquei sabendo da existência dos livros ” A fonte da juventude I e II ” através do comentário de um radialista local. Compramos os livros, lemos, mas não levamos muito a sério. Passados 8 meses resolvi praticar os ritos depois de ver vários filmes no yutube com a prática dos mesmos e de reler atenciosamente os livros. Estou iniciando, há três semanas apenas, mas tenho me sentido muito bem, com muita energia e disposição.

    Parabéns pelo blog que é muito esclarecedor!

  77. Pessoal, comprem o livro “A Fonte da Juventude” lá contém os 6 ritos tibetanos, não adianta comparar com filosofia tibetana, yoga tibetano, medicina tibetana, etc. É rito tibetano e acabou. Faça os 6 ritos diligentemente durante 6 meses, depois disso vocês podem dizer se é verdadeiro ou falso, abraços.
    (Não se esqueçam de puxar bastante ar para a cabeça quando a erguerem para trás no 5° rito, e soltar o ar quando colocarem o queixo ao peito.)

  78. Com certeza este é um dos melhores artigos sobre os ritos que já li. Por isso perdura no tempo até hoje, de janeiro 2007 até julho 2013!!! Parabéns a ti, Christian, e também a todos que contribuiram com valiosos comentários nestes anos todos. Um abraço.

  79. Olá, com relação ao rito 6, pelo que entendi no livro, só é possível ter realmente a aparência mais jovem quando a pessoa não faz sexo canalizando a energia para cima percorrendo todos os vórtices , certo?

    No entanto eu acredito que seja possível obter os benefícios mesmo sem abrir mão do sexo, utilizando a energia sexual excedente através do sexto rito, o que você acha Christian? Me corrija se estiver errado, abs á todos.

  80. Olá, Marco.

    O mais importante para responder sua pergunta é compreender que os Ritos Tibetanos não são uma ciência. Sabe-se muito pouco sobre as origens do sistema proposto por Kelder; embora os princípios sejam parecidos com os de disciplinas como o hathayoga e o taichi, tudo leva a crer que os Ritos Tibetanos são uma criação do próprio Kelder, inspirada em outras fontes e fortemente apoiada na experiência pessoal.

    Em outras palavras, faça como quiser. Embora haja a recomendação do 6º Ritos apenas para celibatários, é claro que cada pessoa tem sua própria condição física e sexual e, portanto, poderá fazer suas próprias experiências e avaliar os resultados a que chega.

    Não sei se faz sentido em falar de «energia sexual excedente», simplesmente porque não sei se é possível medir isso e qual quantidade seria necessário para realizar o 6º Rito sem problemas. O fundamental é que se permaneça atento aos efeitos da prática: se você se sente bem durante e depois dos Ritos, prossiga.

  81. O sexto rito e suas restrições é algo bastante intrigante. O Tantra mesmo vem de terras orientais. Talvez Kelder não se ateve a explicações mais detalhadas ou ele mesmo não imaginava que estava nas fronteiras de algo muito superior. Sendo ou não verdade seus relatos, é fato que para aquela época ele já tocou em certos tabus e assuntos que iam além de compreensões e assunto para o seu século, a sexualidade. Os templos tântricos mesmo foram apagados da história mesmo por orientais, creio que mais quando o pudor foi instaurado pelos ingleses que aportavam nestas terras, escandalizados com figuras prá lá de eróticas. O fato de que o tantra é sim um assunto atual e largamente estudado, não faz dele um mistério desvendado. quanto mais se lê menos se sabe. É sim algo a ser praticado e aí então poderá ser compreendido. Quando Samael Aom Weor pensava em expandir o pensamento dos homens com suas declerações a respeito dos ritos tântricos, do conter o orgasmo em ‘Matrimonio Perfeito’, o Bagava Gita já o apontava á séculos… mas aí vai a questão: A contenção orgásmica não estaria travando o ser que deseja chegar ao Nirvana? Não estamos dando voltas na Roda da Samsara quando “ejaculamos”? Ou somos vítimas do mau uso de nossas energias? Será que o sexto rito não aponta para uma conversa interna com nossa espiritualidade? Sinto que o sexto rito super acelera meu coração e expande o timo, mas após um minuto ou dois, estou mil vezes mais lúcida, ouço e sinto aromas distantes, é algo incrível! Gostaria de poder continuar esta conversa e que cada um desse seu testemunho especialmente a respeito desse sexto rito. Podemos expandir nossas consciências através dele? Creio que sim.

  82. Li o livro A Fonte da Juventude e fiquei com duas dúvidas:

    1) No início, o autor fala que cada rito deve ser repetido no máximo até 21 vezes. Mas mais ao fim, ele diz que o primeiro não deve ser repetido mais que 12 vezes para não superestimular os vórtices.
    Qual informação é a correta? Ou só foi um erro de digitação e o correto são mesmo 21 repetições de todos os ritos?

    2) É recomendável fazer duas vezes por dia os ritos? Fazer as 21 repetições de cada rito duas vezes por dia?

    Obrigado!
    Abs,
    Carlos.

  83. Obrigado pelo comentário, Carlos.
    1) Provavelmente houve um erro de grafia. São 21 repetições de cada rito.
    2) Pessoalmente não vejo problemas em fazer os ritos duas vezes ao dia. Contudo, eu evitaria repetir o primeiro rito, já que em algumas pessoas ele pode causar tonturas e desencadear outros problemas. À parte isso, trata-se de um bom sistema de ginástica também.

  84. Gostaria de agradecer ao nosso amigo Christian a oportunidade de poder relatar também como as outras pessoas minhas experiências na realização dos cinco ritos. Venho praticando diariamente os ritos no período noturno pois acordo muito cedo para ir ao trabalho, pratico a 50 dias e depois desse período estou dois dias sem fazer, pois surgiram dores na região lombar na coluna. Afirmo que o exercício 3 é o que proporciona um grande bem estar, pois sinto a energia elétrica circular pelo corpo. Acredito que o envergamento da coluna seja o causador das dores. Outro fato é o constante estalar das vértebras nos exercícios 2 e 5. A pergunta é: o constante envergamento e o estalar das vértebras podem causar futuramente lesões? Obrigado pelo espaço.
    Nelson

  85. Obrigado por seu comentário, Nelson.
    Qualquer exercício pode causar lesões, já que se trata de submeter o corpo a movimentos que não são realizados de forma natural, mas que exigem esforço para serem realizados. Em especial, todas as retroflexões (flexões da coluna para trás) exigem um cuidado maior, porque exigem maior esforço e podem sobrecarregar a região lombar. Se a dor não desaparecer com a interrupção do exercício, procure um médico. Dependendo do incômodo, uma possibilidade é interromper a execução do exercício que causou o problema e manter os outros que ainda podem ser realizados com conforto.

  86. Recomecei a fazer os exercícios de forma um pouco mais rápida e não senti os desconfortos na região lombar. O interessante foi a forma como o corpo reclamou da falta dos exercícios com a sonolência e indisposição ao acordar, fato que não ocorre quando pratico. Obrigado novamente pela orientação e saúde para todos nós que cultivamos o bem estar num mundo perdido pelo sedentarismo e estresse.
    Nelson

  87. Olá Christian!
    Muito interessante ler as experiências de tantas pessoas ao longo de tantos anos.
    Fiz os 5 ritos por 3 meses, após este período comecei a sentir mta náusea…..um pouco de tontura tb, e fui obrigada a parar….
    Estou ha 10 dias sem fazer nada, e o desconforto desapareceu…..agora fica a dúvida se recomeço ou não…..
    Será que teria que recomeçar c/3 de cada e ir aumentando?
    Sandra Seganfredo

  88. Oi, legal que este seu post já faz alguns ano heim…Eu pratico yoga e ouvi falar do livro e baixei pra ler, e logo me interessei, estou fazendo a alguns dias e percebi que minha energia aumentou. Sinto menos sono. Além do que no primeiro dia que pratiquei tive o meu primeiro sonho lúcido, sendo que há alguns anos atrás eu treinava bastante pra conseguir ter um sonho lúcido até que desisti. Achei que podia ser influencia dos ritos. Obrigada. Abraço.

  89. Caramba, Christian desde 2007 você está comentando aqui em? Parabéns haha.Li todos comentários praticamente, percebi que não teve comentários no ano 2014. Mas enfim, só queria esclarecer uma coisa.

    Bastante pessoas falaram que possívelmente o Peter que criou esse ritos baseados na yoga, taichi e etc… Bem, eu acho que não, pois, na Gnosis, o Samael diz que tais ritos foram trazidos por clarividente de muitos anos atrás. La na Gnosis o nome não é ritos tibetanos e sim Lamaseria, pode procurar no google. Lamaseria e os ritos tibetanos são praticamente identicos, apenas muda uma coisa ou outra. E o Samael também cita a respeito do Coronel BradFord.

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