Gatos

Um tempo atrás o gato de minha mulher ficou completamente arrepiado, sem qualquer explicação. Ele mantinha o olhar fixo na sala escura, onde não vimos nada além dos móveis de sempre. Ele estava visivelmente arrepiado de medo. Eu brinquei: “acho que ele viu o fantasma de um cachorro”.

Depois me deparo com esta notícia (via nibelunga), sobre um gato que uma ou duas vezes por semana toma o ônibus numa cidade da Inglaterra. Sozinho. Sobe e desce do ônibus sempre no mesmo ponto. Um mistério que ninguém soube explicar até agora.

Lembro-me de Neko no ongaeshi (o título original é O gato que retribuiu o favor, mas no Brasil veio como O Reino dos Gatos). Trata-se de um longa metragem de animação dos Studios Ghibli (de Hayao Miyazaki), que conta a história de uma menina que salva um gato e é levada para um mundo mágico, só de gatos, que ficava bem embaixo do nariz dela.

Há ainda o gato que aparece em Ghost e que arranha o rosto de um dos vilões quando é assustado pelo fantasma-título. Esse dispensa links, todo mundo lembra.

Na ficção ou na vida real, temos a sensação de que os gatos vêem algo que nós não vemos. É relativamente fácil ter a certeza disso; se eu conseguisse saltar muros altos, tivesse a resistência e a flexibilidade desses bichos e ainda dormisse 16 horas todos os dias, certamente eu veria coisas diferentes. Difícil é saber o que é que eles vêem que nós não vemos.

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A propósito, vale a pena dar uma olhada nisto.

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