Insular

insularAlguns leitores deste site não sabem que eu costuma publicar escritos num blog chamado Insular. Há cerca de dois anos eu percebi que os assuntos particulares de minha cidade poderiam não interessar aos leitores deste site, e vice-versa. Daí criei o Insular e o Gropius tomou a forma que tem hoje. Se aqui os assuntos são diversos, lá limito-me aos assuntos que têm relação com a cidade em que vivo — o que naturalmente nunca implicou limites severos.

Com freqüência convido os três leitores do Insular a visitar este site. Hoje inverto o convite.

Os textos do Insular continuam pertencendo a uma realidade muito específica, mas este post, que é um apelo, não. Não pretendo que os leitores do Gropius atendam ao apelo — como gostaria que os leitores do Insular fizessem —; convido-os a ir até lá e ler o que escrevi como uma sugestão de que vocês façam o mesmo em seus respectivos bairros ou cidades.

Tive a idéia há algumas semanas. A certeza de que seria adequado propagá-la veio com a seguinte frase:

“O futuro deste país depende de que o número de observadores atentos cresça antes que a transmutação se complete invisivelmente.”

Sugiro fortemente a leitura atenta e repetida da entrevista de Bruno Tolentino à revista Veja — como sugeri recentemente. Se houver alguma dúvida quanto ao teor do que escrevi no Insular, talvez elas se dissipem com essa leitura.

A todos, muito obrigado.

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