Destino: esqueça-o


Sim, está na suas mãos. Mas tente não pensar muito nisso, ok?

Talvez a lição fundamental seja absorver a certeza de que jamais conheceremos nosso próprio destino. Uma discussão clássica na filosofia — livre arbítrio versus determinismo — encerra-se aqui, diante da necessidade de fazer algo bom, aqui e agora, independentemente do que virá depois, independentemente da crença no controle sobre o futuro através de nossas ações.

Talvez o futuro possa ser controlado pelas nossas ações. Talvez não. Basta saber que más ações não conduzem à redenção e que esta ruindade sempre salta aos olhos. Basta não ser estúpido, fazer o bem e evitar o mal. Basta livrar-se da pretensão de conhecer o próprio destino. Serão estas coisas difíceis demais?

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Um comentário sobre “Destino: esqueça-o

  1. Oi Christian, em primeiro lugar quero te parabenizar e agradecer pelos teus posts, sempre tão bem escritos além de precisos e corretos nas análises e críticas a que se propõem. Eu estarei visitando Ilhabela pela primeira vez agora em outubro. E desde que me decidi a faze-lo tenho lido os teus artigos, e eles têm me ajudado a não criar uma falsa expectativa sobre este chamado “paraíso”. Eu e meu marido, que é sueco (moramos na Suécia) não gostamos de muita agitação assim vamos ficar na ilha durante a semana, unindo portanto o útil (mais barato) ao agradável (pouca gente). Creio que assim fugiremos um pouco do que você chama de “junk tourism”.

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