Ligações

cebolinha passatempo

Ligação é a palavra portuguesa (lusa) para link. Você escolhe.

Este post é só de links, porque tenho algumas coisas urgentes para concluir e a areia continua descendo impassível pela ampulheta. Problema meu.

Calvin, Haroldo e a tábua de Ouija. Não podia ser diferente…

Levni Yilmaz ensina a terminar um relacionamento (YouTube). Animação tosca, mas verdadeira.

Os melhores momentos de Sensei Shioda (ever), mostrando por que é tão divertido treinar Aikido (YouTube).

PQP Bach e o fim da alta fidelidade, em artigo de Robert Levine. E você ainda acha que seu iPod é grande coisa?

Sylvester Stallone num filme de Woody Allen?

Como transformar um país num livre mercado em 30 dias, por Llew Rockwell. Eu tropeçaria de alegria se visse o Brasil adotando um (unzinho que fosse) destes 30 itens. E se você é daqueles que pensou «Livre mercado?!? Fala sério…», você merece algo como Cuba, Coréia do Norte ou Venezuela. Pense em emigrar.

Artigo de Albert Jay Nock, escrito em 1936, sobre o profeta Isaías e a questão das massas (o povo, o populacho, a gentalha, a turba). Um trecho: «Se você é um educador, digamos que no comando de uma faculdade, quer acumular o máximo de alunos possível, e faz os cortes necessários nos requisitos mínimos. Se um escritor, deseja conseguir muitos leitores; se um editor, muitos compradores; se um filósofo, muitos discípulos; se um reformador, muitos convertidos; se um músico, muitos ouvintes; e assim por diante. Mas como podemos observar por todos os lados, na realização destes vários desejos, a mensagem profética é tão pesadamente adulterada com trivialidades em todos os níveis, que seu efeito sobre as massas é simplesmente fortalecê-las em seus pecados.» (meus agradecimentos à leitora Rosângela pela dica valiosa)

Original da imagem aqui.

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4 comentários sobre “Ligações

  1. Ótima indicação do artigo do Albert Jay Nock. Quando era mais jovem, treinei alguns dias Aikido, e aprendi um golpe para o caso da pessoa nos prender pelo pulso. As vezes, ensino, principalmente para mulheres. O “prendedor” vai para o chão mesmo. Excelente vídeo com o sensei.
    Um abraço.

  2. Rica,

    a coisa foi sempre assim.

    O que está em questão — e acho que o texto que sugeri cai como uma luva neste caso — não é tornar o país mais capitalista, mas tornar o capitalismo deste país menos estatizado.

    Abraço!

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