6 comentários sobre “Diálogo

  1. O problema é a responsabilidade. Sabe como é, ninguém quer levar a culpa nas costas, principalmente se não pode fazer nada pra remediar a situação.

    Mas nas democracias, até mesmo abrir um blog para criticar o seu candidato tá valendo, mesmo que ninguém leia.

    O negócio é não deixar a peteca cair.

  2. Parabéns pelo post!
    Finalmente achei alguem que pensa como eu *-*

    Por isso ontem votei!
    Apesar de ter 16 anos e não ter essa ‘obrigação’

    voltarei aqui com certeza!
    Beijooes!

  3. O problema, Christian, é que o voto nulo se mistura com o do cidadão que não consegue votar, por mais surreal que seja. A pessoa entra na estatística do analfabeto eleitoral, não do vot conscient contra todos so candidatos.

    Agora, se houvesse a tecla “nenhum”, te garanto que ganharia em primeiro turno de norte a sul do país

  4. Concordo com o Alberto. Ontem mesmo vi um representante do TSE na TV equiparando o voto nulo com o ato de “votar errado”.
    Não podemos esquecer, que anular o voto (que é diferente de votar nulo), pode também indicar um descontentamento com o sistema representativo vigente.
    E parte do problema, passa pelo próprio TSE, que em nenhuma das suas campanhas televisivas do “Vota Brasil”, esclarece sobre como proceder para anular o voto, direito garantido em lei e que foi conquistado com muito sangue e morte no nosso país.

  5. Outro ponto que esqueci de mencionar: votar no “menos ruim” é simplesmente negar a própria opinião e aceitar de cabeça baixa a situação política do país como um todo. Agindo dessa maneira, você se deixa de opinar o que realmente pensa acerca da eleição e dos candidatos e se conforma no que lhe é dado (e de certa forma imposto, já que o voto é obrigatório). É aceitar o mando do TSE e ignorar as formas igualmente democráticas de expressão da opinião, como o ato de anular o voto.

  6. Fábio,

    sou obrigado a discordar de você. Votar no “menos ruim” pode não ser a melhor das posturas como eleitor, mas não implica negação da própria opinião. Um eleitor pode votar no “menos ruim” porque acredita fortemente na idéia do “mal menor”, porque acredita que faz diferença entre ter sua cidade administrada por um político que é “apenas” incompetente ou por um outro, que é incompetente, desonesto e ladrão. Acho essa crença válida para determinar o próprio voto. Se ela é a melhor opção, não sei.

    O que sei é que, infelizmente, é improvável que o voto nulo chegue um dia a anular uma eleição e, mesmo que isso ocorra, é otimismo demais imaginar que os novos candidatos serão melhores do que os antigos. O problema é a democracia e a educação dos eleitores (ou a falta dela), não o sistema baseado na candidatura livre e no voto universal e direto.

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