Between, my well

ingreis cartaz
Fóra Buch!

O que diferencia o chinglish do brazilian portuglish é que no primeiro caso os chineses mostram que fizeram um esforço sincero para escrever direito. Assim, as composições do chinglish são pérolas de originalidade no uso da língua inglesa, bem-intencionadas e, para quem se dispõe a decifrá-las, dotadas de algum sentido.

O brazilian portuglish, ao contrário, é a transposição literal e inconseqüente de algo que foi traduzido por algum Babylon da vida, ainda em versão dos anos 90. Por exemplo, de acordo com a gramática do brazilian portuglish, a preposição “como” torna-se “I eat”. Tem muito mais no parágrafo abaixo. É genial.

O texto original:

Os resultados revelam que: o processo de expansão urbana de Franca se diferencia em diversos aspectos dos municípios inseridos em regiões metropolitanas; que a relação entre expansão urbana e voçorocas é detectada desde o século XIX, antes mesmo de ser formulada como “problema ambiental”; e, por fim, que há uma incorporação lenta e gradual da temática ambiental pelos órgãos de urbanismo da administração municipal e pelos instrumentos de controle da expansão urbana, em que Franca se revela como pioneira tendo como importante contribuição a participação dos geógrafos no processo de planejamento urbano.


A versão em inglês:

The outcomes reveals what: the process of urban expansion of Franca, if differentiated diverse appearances from the cities located in the metropolitan areas; what the relation among urban expansion and gully in Franca is detecting after the century XIX, ago even of being formulate I eat “environmental problem”; and lastly, what there is a embodies slow and gradual from thematic environmental bristles organs of city planning of the board of directors municipal and bristles instruments of control from urban expansion, what Franca if reveals I eat pioneer I tend I eat important contribution the participation from the geographers into the process of urban planning.


O lado curioso é que este texto aparece perfeitamente legível e com erros insignificantes em sua tradução atual pelo Google Translator. O lado terrível é que este texto é parte de uma dissertação de mestrado apresentada na USP em 2006.

Nem Anderson faria melhor. Afta, afta, afta…

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3 comentários sobre “Between, my well

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