282 bilhões de reais

bicycle

é o custo estimado da meta brasileira de redução de emissões de carbono.

Num cálculo rápido, esse dinheiro seria suficiente para dar uma bicicleta para cada brasileiro e construir muitos quilômetros de ciclovias. Mas a indústria automobilística segue bombando de um lado e os aquecimentistas seguem pregando seu evangelho de outro.

Cáspite.

Aquecimento global strikes back

polar bear
Tranqüilo, em sua praia particular

A farsa do aquecimento global foi revelada, mas a mídia não deu o braço a torcer.

A revelação de fraudes em pesquisas sobre o aquecimento global não parece ser motivo para abandonar a causa, mas, antes, reafirmá-la com ainda mais veemência, principalmente às vésperas do encontro em Copenhagen que decidirá os rumos das questões ambientais.

A atitude da mídia internacional não impressiona, porque é através do alarmismo apocalíptico que se cria o ambiente propício à servidão voluntária. Professoras do ensino fundamental, estudantes universitários e outros neófitos ambientalistas (a maioria convertida através do filme de Al Gore e da exposição repetida ad nauseam às reportagens da TV Globo) formam uma legião de idiotas úteis prontos a repetir os argumentos favoráveis à idéia de que o planeta se aquece porque lançamos dióxido de carbono demais na atmosfera.

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Enlouquecimento global

green grass car
Movido a adubo. O carro ideal para combater o aquecimento global.

Dizem que uma das melhores formas de prever o futuro é estudar o passado. Se você sabe como e por que certos fenômenos aconteceram e acontecem, você terá condições de fazer algo para que o futuro tome o rumo mais desejado. Isso não lhe dá garantias de que o futuro realmente seguirá na direção planejada, incerteza que oscila em função do fenômeno que se estuda e da forma como ele é estudado. Continuar lendo

Esfriamento mental

al gore

Tenho observado que alguns estudantes têm chegado até alguns de meus escritos com o objetivo de encontrar material para seus trabalhos escolares a respeito do aquecimento global. O assunto tem freqüentado um pouco menos os noticiários ultimamente; a febre apocalíptica parece ter diminuído. Em compensação, as escolas entraram definitivamente na era do aquecimento global. Receio que seja um caminho sem volta.

Eu me lembro dos trabalhos que fiz no ginásio e no colegial e lembro do que me era exigido. Estudar o aquecimento global nestes ambientes não significa tomá-lo como hipótese e investigá-lo com aquela dose mínima de método. Naturalmente não se pode esperar refinamento científico de estudantes brasileiros de nível médio ou fundamental, mas eu ficaria mais tranqüilo se soubesse que eles não dizem amém para o que encontram na Rede Blobo, na Superignorante e na Rolha de São Paulo.

Dirijo estas palavras a essa molecada — supondo, é claro, que eles voltarão aos meus escritos um dia.
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