O Livro Negro do Comunismo

Se isto e isto não foram suficientes, este livro será.

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Pela criminalização do comunismo

anti-comunista

Antes de iniciar esta divagação, é importante estabelecer o seguinte: quando falo «comunismo» refiro-me tanto ao comunismo como ao socialismo. As definições de dicionário oferecem verbetes distintos para cada um dos termos; livros didáticos também.

O que não se revela nas páginas dos livros e dos dicionários e que salta aos olhos de qualquer observador atento é que não há diferença significativa entre essas duas coisas. Como teorias, como doutrinas ou como sistemas políticos, as diferenças são evidentes. Como práticas, comunismo e socialismo diferenciam-se apenas na intensidade e na dimensão do totalitarismo, da supressão progressiva das liberdades individuais, do controle da sociedade e do genocídio embalado por razões político-ideológicas.

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Mateus 10,34

– É possível que este site fique chato daqui para frente. Eu decidi me dedicar ao Cristianismo. Não sei quando nem como, apenas sei que isso acontecerá. Voltei de minha viagem com uma edição de bolso do Novo Testamento e com Confissões, de Santo Agostinho, e por enquanto estudo estes dois livros. Muitas pessoas consideram o o Cristianismo chato porque você não pode ser cristão e ligar seriamente para a qualidade da pasta, para o que um petista diz ou para a última rodada do brasileirão. Em outras palavras, é possível que as coisas aqui fiquem chatas não porque esses assuntos menores desaparacerão, mas porque talvez eu não consiga mentir ao tentar dar a eles uma atenção que eles não merecem.

– Aliás, eu começo a entender os críticos da Bíblia — o que está longe de justificar-lhes alguma coisa; esta iniciativa tem que vir deles. O problema, todo ele, é que essas pessoas lêem a Bíblia e imaginam a complexa estrutura da Igreja diante delas: igrejas, padres e pastores, bispos, hóstias, batinas, cânticos e corais, hierarquias, missas, sermões etc. Estas coisas se baseiam na Bíblia, não o contrário. Além disso, as lições ali contidas são simples e, embora possam ser encaradas como algo gigantesco demais para uma simples ovelha, são coisas que o Pai diz para o filho. E assim elas devem ser recebidas: como dizem os zen-budistas, de “xícara vazia”. Pense nos grupos, nas seitas e nos templos se você sentir uma necessidade muito grande de se sociabilizar. Até lá, estude. Depois disso, continue estudando. Se você é um ateu incurável, ao menos siga o conselho de Pascal: conheça aquilo que pretende criticar ou negar.

– Nesta semana que fiquei distante de casa, vi — juro que vi — pixado num muro do Butantã: “Fuck USA”. Oh, yes. Noutras palavras: “eu uso o idioma daquele país, reproduzo o tipo de rebeldia típico de grupos nova-iorquinos, uso tintas e grafias em formatos inventados por norte-americanos e eu provavelmente uso os tênis daquela marca norte-americana, mas, enfim, fuck USA“. Porca miséria.

– Estive no cinema duas vezes, com minha namorada. Na primeira vimos A vida secreta das palavras, um dos filmes mais tristes e sutis dos últimos tempos. Depois vimos Lady Vingança, que é cruel e sanguinolento. Os dois merecem ser vistos. Mas não no mesmo dia, como eu e minha namorada fizemos. Filme bom é para saborear.

– Meu irmão me presenteou com a obra completa de J.S. Bach. São ao todo cinco DVDs com arquivos em MP3. Ele conseguiu os arquivos num desses programas P2P (tipo Kazaa, eMule etc.). Olavo de Carvalho disse uma vez que toda a música popular brasileira não chega aos pés de um compasso de qualquer obra de Bach. E é claro que ele não estava exagerando.

– Vi numa revista uma retrospectiva de Oscar Niemeyer. O arquiteto completa o centenário este ano — ainda vivo e ativo, isto é, falando bobagens e fazendo a mesma arquitetura que fazia antes de Brasília. A julgar pela idade, pela panfletagem pró-comunismo (suficientemente imbecil para fazer totalmente grátis um projeto de um monumento ao chavismo) e pela persistência nas esculturas inventadas seis décadas atrás, conclui-se que Niemeyer parou no tempo. Eis a receita para a longevidade: aferrar-se a um tempo e só sair dele quando nada nem ninguém lhe der mais qualquer tipo de atenção. Como fóssil vivo, o arquiteto comunista cumpre bem seu papel. Se ele fosse apenas arquiteto, apenas comunista ou apenas ancião, já teria virado pó. E depois dizem que ser conservador não é bom: Niemeyer prova que até quem conserva porcarias acaba sendo bem-sucedido.

– A literatura é uma prova de que a esquizofrenia pode ser rentável e divertida. Talvez não seja esta a justificativa para todos os livros, mas é a causa original de todos os escritores. Somos uns esquizofrênicos. Eu anotei mais algumas coisas a respeito disso; mais adiante talvez eu me estenda a respeito disso. Ou não. Vai saber.

Eu queimei O Capital

burn it! burn it!

Excelente a campanha do Pé Sujo.

(…) basta dirigir-se a um sebo mais próximo e comprar as duas edições da obra. Faça uma fogueira e queime-as. É importante você fotografar o ato para que a sua ação seja copiada por uma alma generosa que pretenda, assim como você, livrar o mundo dos livros ruins e dos comunistinhas limonadas. A intenção da campanha é que todo o mundo se livre desse mal. A primeira etapa é livrar os sebos onde se encontram essas porcarias a preços baixos, facilitando a propagação desse mal.

Há apenas uma questão importante: desde quando comunistas e socialistas lêem? Você conhece algum comunista ou socialista que tenha lido “O Capital”? Você conhece algum que tenha lido pelo menos o “Manifesto Comunista”, que é mais breve e com linguagem mais adequada ao espírito neo-revolucionário do Bananão? Eu não conheço.

Mesmo assim, a iniciativa é louvável. Não se trata, como alguns podem pensar, da recriação do inferno imaginado por Ray Bradbury em Fahrenheit 451, que condenava todos os livros à fogueira. Trata-se de um único título, de um único autor, o que deixa aos comunistas o convite para estudar a sério, embora eu tenha razões para acreditar que eles jamais farão isso.

Seja como for, quem quiser tem a chance de ler, sem qualquer custo adicional e por sua própria conta e risco, o Manifesto Comunista em formato PDF. Depois me conte o que achou. Eu não li todo o livro, mas sei que no final 100 milhões de pessoas morrem e o culpado não é o mordomo.

Clube de Comunistas

Mencionei neste saite a importância de se divulgar o que é o Foro de São Paulo. Trata-se de um clube de comunistas, uma assembléia de esquerdistas latino-americanos que reúne, entre outras coisas, o PT, as FARC, o MIR chileno e os Partidos Comunistas de vários países.

Aqui há algumas explicaçõees sobre o que é o Foro, com outras fotos além das que ilustram este post. As fotos são do encontro de 2001, realizado em Havana.

Tudo indica que o Sumo Apedeuta conseguirá se reeleger. As pesquisas erram, mas não tanto. Se o trabalho eleitoral já não faz sentido, faz muito sentido aquilo que lhe fornecia as bases. Quem trai o país não merece a presidência, merece cadeia. Isso só não aconteceu ainda por causa de desinformação: os opositores do Sumo Apedeuta ou não sabem da existência do Foro de São Paulo ou, quando sabem, não têm noção do que ele significa.

Um aviso sobre isso foi transmitido pelo filósofo Olavo de Carvalho em sua comunidade do Orkut. Não são necessários acréscimos ao que foi publicado lá.

Para saber mais, o saite oficial do Foro seria uma boa fonte de informações, mas somente a página inicial funciona. Alguém sabe por quê?

*
Por falar em Olavo de Carvalho, vale a pena ouvir o podcast da conversa entre Yuri Vieira e o filósofo. Um dos trechos:

Yuri: Conversando com um venezuelano, ele me disse: “Se vocês deixarem alguém como o Lula no governo por mais tempo, ele simplesmente vai empobrecer o país até o ponto em que a quantidade de eleitores pobres vai ser tão grande que vocês não vão mais conseguir tirá-lo do poder.”

Olavo: A miséria consolida governos. A miséria não causa revoluções nem revolta. Você cria uma situação revolucionária quando você tem uma ascensão social, isto é, uma classe que ascende, tem mais dinheiro, daí ela quer poder também.

Os 51 maiores erros da humanidade

50erros

Lançado no mês de outubro pela Editora Axcel Books, Os 50 Maiores Erros da Humanidade reúne, em suas 900 páginas, histórias, biografias e eventos que fazem parte da memória do mundo e renderam um bom trabalho de pesquisa para o autor.

O forte do autor deste livro não é a pesquisa, muito menos a pesquisa histórica. Nenhuma publicação séria a respeito do assunto deixaria de fora o comunismo chinês, soviético e o sul-asiático — responsáveis pela morte de algumas dezenas de milhões de pessoas –, e listaria como um dos 50 erros… o fim do socialismo!, ignoraria as mortes causadas pela Revolução Francesa e a curva de rio intelectual em que ela nos atirou; e insistiria na tese da maldade inata da Inquisição.

Decerto o autor fez suas pesquisas em livros didáticos.

Eis o 51º maior erro da humanidade: manifestar-se com ares de seriedade acadêmica sobre aquilo que desconhece.

“Se você quer ser acreditado sem a mínima contestação, fale sobre coisas das quais nada sabe a alguém que delas tudo ignore.” — Olavo de Carvalho