Cinco causas que você precisa conhecer (e combater)

1) Desarmamento

Mal a imprensa concluiu seus rituais de necrofilia no caso do massacre de estudantes no Realengo (RJ, Capital), logo em seguida apareciam representantes do Executivo e do Legislativo Federal dizendo que novas ações de desarmamento deveriam ser discutidas. O presidente do Senado foi além e formalizou o pedido de um novo referendo sobre a proibição da produção e do comércio de armas no Brasil.

Alguém me explique a lógica que há em campanhas e ações para tirar armas legais de circulação. O psicopata que atacou a escola usava armas ilegais e foi neutralizado graças a uma arma legal.

O governo, com o pretexto de resolver um problema de sua responsabilidade que ele não consegue resolver, oferece como solução a eliminação da única possibilidade que a população civil tem para lidar com esse problema. Desarmar bandido (que por definição só usa arma ilegal) que é bom, necas.

Mesmo que você não pegue em armas, tente imaginar algo pior do que um país em que todas as armas disponíveis estão nas mãos de criminosos e de um governo totalitário.

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E agora?

A festa da democracia não terminou. Ainda vejo bêbados caídos no chão, vomitando nos cantos e balbuciando palavras sem nexo. Prossigamos mesmo assim e aproveitemos a lucidez que ainda nos resta para tomar algumas notas.

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Res publica, socialismo e caos

lula mil reais

Suponhamos que eu tome R$100 de você. Desse total, dou R$50 a um camarada meu (chamemo-lo de João) que realmente está precisando de dinheiro e fico com R$50 para mim.

O tempo passa.

Um dia você me encontra e me cobra aqueles R$100. Eu digo, cinicamente, que não sei de nada, que não tomei aqueles R$100. Você insiste no assunto e consegue prová-lo — de forma que não tenho outra saída senão admitir que devo os R$100. Incapaz de contrariar tal prova, reconheço a dívida e digo que vou pagá-la no dia seguinte.

Mentira. Não vou pagar coisa nenhuma.

Em vez disso, no dia seguinte eu vou até o João, a quem dei R$50, e digo a ele que você está me ameaçando e está me cobrando por uma dívida que não existe.

Quando a situação chega a este ponto é claro que

1) o João me ajudará no que for preciso — até mesmo agredir você;

2) você não terá chances de provar ao João que eu realmente devo dinheiro a você;

3) dependendo de como a situação se desenrolar, não é difícil convencer o João a me ajudar a tomar outros R$100 de você, dizendo a ele que você é que me deve dinheiro. Haverá violência, se necessário. E nada me impede de recompensar o João com mais R$20 ou R$30 destes novos R$100.

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Lá vem o Chávez, Chávez, Chávez

chavéz relógios
E você achava que era só uma questão de estética…

Mais uma do ditador venezuelano.

Chávez segue firme em seus propósitos: desdenha a parcela civilizada do mundo (EUA em especial) às custas de seu país, planta diariamente um socialismo natimorto, alia-se a grandes democratas como Ahmadinejad e Fidel Castro, constrói dia após dia o isolamento da Venezuela e usará isto para explicar a miséria crescente da população venezuelana e justificar a mão cada vez mais pesada para governar.

Muito em breve, na Venezuela o socialismo será bom pelo simples fato de que não restará voz para dizer o contrário. E será impossível tirar el loco Chávez do poder porque ninguém terá meios — democráticos, financeiros ou militares — para fazer isso.

E não riam da desgraça alheia. Isto acontece todos os dias bem debaixo do seu nariz. A URSAL já começou.

Mercosul é eufemismo, se é que vocês me entendem: versão light aqui, versão junk aqui.

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País de contradições

chinelo sapato
Nada versus Prada

O Brasil não é um país de contrastes, mas de contradições. E não é difícil perceber que são estas que causam aquelas, não o contrário, como muitos gostam de pensar. A ruína da civilização está na negação e na inversão da realidade. Pobres e ricos, crentes e ateus, negros, mulatos e brancos, trabalhadores e empresários — todos convergem precisamente na facilidade com que aceitam as contradições e sequer as vêem como tais:

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